POR CURIOSIDADE, ACABEI ME DANDO MAL (PARTE 5)
“A noite terminou, Antônio se vestiu e foi embora dizendo que daqui três dias era para irmos os dois a casa dele, às 20 horas, deixando escrito em um papel, seu endereço.

Pegamos nossas coisas e novamente calados, fomos para o hotel.

Indo embora, ia pensando se realmente queria aquilo. O remorso já remoía dentro de mim. Apesar de sentir tesão, no momento em que tudo acontecia, depois que acabava, eu só conseguia sentir culpa, por ter deixado as coisas chegarem aonde chegaram.

Júlia novamente, não dizia nada, e ao chegarmos ao quarto foi direto para o banheiro como da última vez, e era visível sua dificuldade para andar, também né, ela estava arrombada. Tinha levado uma surra de pica que com certeza ela nunca iria esquecer.

Eu sentia inveja daquele cara, ele era bem superior no quesito sexo, e o calibre de seu pau colocava respeito, e a sua performance completava tudo, fazendo com que ele se tornasse o monstro que era na cama. O pior de tudo, é que ele tinha acabado com minha esposa, mulher que pensei que seria só minha para o resto da vida. Quando você vê sua mulher fodendo com outro cara, a gente se sente meio inferior, sei lá, é uma espécie de submissão ao comedor. A Júlia saiu do banho e foi dormir, e em seguida fiz a mesma coisa.

Durante o dia, descemos para a área do hotel, e Júlia pôs-se na espreguiçadeira de bruços para pegar sol, com um biquíni bem pequeno. Fui falar a respeito do que Antônio tinha mandado nós fazermos.

– A respeito, do que Antônio falou, vim te dizer que não iremos. Isso já está saindo do controle, e pode até prejudicar o nosso relacionamento, você mesma, disse isso naquele dia! E, na verdade, eu acho que é melhor nós irmos embora amanhã.

Disse eu.

Júlia respondeu:

– Ah Leonardo, isso já saiu do controle há muito tempo, primeiro você me arrasta para uma casa de swing, mandando eu vestir uma roupa sexy, na intenção de me exibir. Lá dentro, você deixa um estranho que disse que comia mulheres casadas, ficar a sós comigo, mesmo eu estando bêbada, e me comer ali ao seu lado, e no outro dia você goza batendo punheta vendo ele colocar no meu cu, em cima de você?! E agora, você vem me dizer, que quer mesmo parar com isso, agora? Agora não dá mais, cara! Se prepara, que depois de amanhã, a gente tem que ir na casa do Antônio, para eu levar piroca de novo, e eu sei que você vai gozar, do mesmo jeito que gozou da última vez.

Então eu ia dizendo:

-Mas Júlia…

Quando fui interrompido:

-Mas, nada, foi você quem quis isso…, na hora, você goza, e depois vem querer pagar uma de corno arrependido?!

Dizia ela, a essa altura, já meio brava.

Minha esposa, já nem me respeitava mais. Eu me encontrava numa situação de submissão até perante ela agora. O fato de não termos vida ali, por morarmos longe, acabou ajudando a me conformar, no momento que ela continuou:

– Só estou me recuperando, porque ainda estou dolorida. Enquanto isso, fica vendo esses caras que passam secarem minha bunda, mas pode ficar tranquilo, nenhum deles vai fazer nada com ela, por enquanto, porque ela está sendo guardada para o Antônio.

Ele tinha feito vir à tona em nós dois, coisas que realmente nem imaginávamos que existia. Minha esposa estava se revelando ser, uma puta e eu, claro, um corno conformado. Talvez no final das contas, desde o começo, eu estivesse querendo aquilo.

O tempo passou e chegou o dia que Antônio tinha mandado nós irmos até a casa dele. Logo de manhã, Júlia me deu um selinho na boca, dizendo depois:

– É hoje corninho, que você vai ver sua esposinha mamando e levando a rola do macho dela novamente.

Eu não respondia nada, mas ouvir ela falando aquilo, fazia alguns flashbacks daquelas noites. virem na minha mente, fazendo meu pau endurecer.

Durante a tarde, Júlia me chamou para descer, porque segundo ela, queria ficar bem marcadinha para mais tarde.

Meu pau não amolecia, saber que ela seria subjugada por aquele macho novamente e na minha frente, me tirava a sanidade. Antes de descermos, tentei um contato, quando fui logo cortado.

– De jeito nenhum, nessa viagem, você não vai me comer, eu só vou dar para um macho.

Ela dizia isso apertando meu pau por cima do short.

– Se quiser gozar, vai ter que ser na punhetinha, igual da última vez. Agora anda logo, vamos descer.

A noite chegou e eu estava apreensivo. Júlia, a essa altura, parecia meio com medo, achei até que fosse desistir. Aquela coragem de horas e dias anteriores, não estavam mais ali, mas ela mesmo assim foi em frente. Tomei meu banho primeiro e ela entrou em seguida para também banhar-se demoradamente.

Saiu do banheiro, e como da última vez pegou uma minúscula calcinha, dessa vez preta e colocou um leve vestido vermelho, por cima, e dessa vez, sem sutiã, acompanhado de acessórios nos pulsos e uma gargantilha, obviamente no pescoço. O salto alto não faltava, ela não abriria mão de nada que a fizesse ficar mais gostosa, seu perfume fazia seu jeito feminino ser ainda mais expressivo.

Pegamos um táxi e nos dirigimos ao endereço marcado. Júlia não falava, nem olhava no meu rosto, já demonstrava indiferença e ao mesmo tempo, um pouco de receio. Era uma casa um pouco distante, somente com comércios e fábricas próximas que, nessas alturas já estavam fechadas, ele não deveria morar ali.

Estávamos distantes quando toquei o interfone anunciando nossa chegada. Ele deve ter visto nossa presença pela câmera, quando disse:

-Corninho, pega na mão da minha fêmea e traga ela para mim, caminhando juntos como um bom casal que vocês são!

Era surreal, como fazíamos tudo que ele mandava. Acho que na vida tudo tem seu oposto e naquele momento, aquilo era evidente.

Júlia estendeu sua mão, entrelacei meus dedos entre os dela, e como um casal de namorados, nos dirigimos um ao lado do outro. Eu estava levando minha esposa de mãos dadas, para ela dar para outro cara! Ele pensava em tudo isso e sabia que eu iria assimilar os pedidos, me humilhava até com coisas pequenas.

Chegamos até a porta, e ele nos mandou entrar.

Ao abrirmos a porta, nos assustamos quando vimos Antônio pelado sentado numa poltrona masturbando seu cacete, que já estava duro como uma pedra apontando para o teto. Júlia não pôde deixar de apertar minha mão, como se tivesse sentido um frio na espinha.

Antônio, sorri e diz:

– Ora, ora, se não é o casalzinho, da doutora vagabunda, e do corninho frouxo! Anda logo, corno, traga a minha putinha até aqui, que hoje ela vai rebolar muito na minha rola, e você vai poder gozar à vontade, assistindo tudo isso como um bom telespectador. Comprei até uma garrafa de champagne para você ir degustando, enquanto eu fodo a bocetinha e o cuzinho da sua esposinha. Encare isso, como uma forma de agradecimento por ter levado ela na casa de swing naquele dia!

Caminhei de mãos dadas com Júlia até próximo dele, quando ele mandou-me soltar ela e sentar-me próximo à garrafa que ele tinha comprado.

Quando ia soltando a mão de Júlia, ela me segurou firme a última vez, como se pedindo proteção.

Antônio então disse:

– Anda logo corno, tira a roupa e senta lá, que hoje vou usar essa putinha e tenho certeza que ela vai gostar. Coloca as mãos para trás, agacha e mama o meu cacete todo, piranha, deixa ele bem babado.

Antônio colocou as mãos por trás de sua própria cabeça ficando mais à vontade, enquanto Júlia ia se abaixando com as mãos para trás, assim como ele tinha mandado.

– Se prepara vagabunda, que hoje tenho algumas coisas para mostrar para você e seu corninho. Olha lá, seu maridinho já está com o pau duro, e vocês acabaram de chegar agora.

E deu um tapa na sua cara, a fazendo virar o rosto para o meu lado.

Ela apenas fez um sinal de negativo com a cabeça, com cara de reprovação, e voltou a chupar a rola de seu macho.

Eu ia tirando a roupa, enquanto olhava tudo aquilo com o pau explodindo, e pensando no quê de diferente, ele poderia fazer nessa noite, que ainda não tinha feito na anterior…

By Submisso”