Parte IV- 1º Casamento
Relato IV – Casamento
Este relato vai ser um pouco mais longo porque vou contar alguns episódios que aconteceram durante o meu primeiro casamento, espero não ser demasiado massuda e chata.
Depois de ter saído do apartamento do meu antigo patrão, fui viver com uma amiga minha para o Laranjeiro.
Tinha saído de uma relação de uma forma má e resolvi pôr-me bem rapidamente.
Nesse período dei razão a quem dizia que eu era muito puta, tive a fama e o proveito .
A minha amiga (E), com quem eu ainda falo hoje em dia, que esta muito bem casada com filhos, e que se soubesse que eu tenho esta pagina ia fartar-se de rir, nessa altura era muito parecida comigo, eramos duas meninas muito dadas, muito disponíveis.
O nosso apartamento era um corrupio de homens, era rara a noite em que dormíamos sozinhas, sobretudo nos fins de semana e chegávamos a trocar de namorado. Quem não gostava eram os nosso vizinhos que estavam sempre a refilar connosco por causa do barulho e chegaram mesma uma vez a chamar a policia.
Lembro-me de ter ido para a cama com muitos homens nesse período, mas não tinha relações que durassem mais de um mês, muitos eram curtes de uma só noite.
A minha amiga dormia no quarto e eu no sofá cama na sala, e quando estávamos as duas com homens na cama na mesma noite a coisa era engraçada e não era por acaso que trocávamos de namorados é porque a proximidade dentro do apartamento era muita e era natural vermo-nos nus e mesmo a foder .
Foram cerca de dois anos de muita loucura, eramos duas boas putonas nessa altura, mas fartamo-nos de divertir e isso é o que conta, que se lixem os rótulos.
Foi também nessa altura que comecei a trabalhar num cabeleireiro num Centro Comercial da margem sul.
Ao lado do cabeleireiro tinha fechado uma loja e aberto uma outra de roupa.
Eu gostava da roupa que vendiam, tinham vestidinhos curtos como eu gosto e comecei a falar com o dono da loja que era muito simpático. Era frequente também tomarmos o lanche junto num cafezinho dentro do Centro.
Ele contou-me que tinha-se divorciado à pouco tempo, que tinha mais duas lojas, que chegaram a ser 5 no total mas tinha fechado 2 e que o negocio tinha sido começado pelo pai dele que era conhecido no meio, tinha chegado a ter a representação de marcas muito conhecidas.
A nossa relação de amizade foi crescendo, eu não lhe contava muito da minha vida mas o suficiente para ele saber que eu não tinha uma relação seria com ninguém.
Uma das tardes em que estávamos a lanchar o (P) perguntou-me se eu não queria ir jantar com ele no fim de semana.
Eu sei que quando um homem me convida para jantar não é propriamente para me ver comer mas sim para me comer.
O (P) não fazia nada o meu género de homem mas já tinha tido muito pior, por isso pensei que se por acaso acontecesse alguma coisa também não seria nada por ali alem, apenas mais um homem com quem eu iria para a cama e ele era mesmo muito simpático e isso para mim conta.
Fomos jantar a um restaurante, julgo que chines que estava na moda. O jantar correu muito bem e apesar de ter havido alguns momentos de maior proximidade entre nós, no final ele foi-me por a casa e não aconteceu nada.
Só ao fim de termos ido jantar mais umas 3 ou 4 vezes é que acabei por ir para casa dele e dormirmos os dois.
Não foi espantoso mas também não tinha sido mau. Repetimos a coisa mais umas vezes e eu comecei a passar cada vez mais tempo na casa dele.
Ao fim de alguns meses já praticamente tinha a minha roupa toda na casa do (P) e eramos mais ou menos namorados, eu digo mais ou menos porque eu não deixei de ir para a cama com outros homens, sempre que saía ao fim de semana com a (E) acordava quase sempre no nosso apartamento com um homem ao meu lado.
Por isso foi com uma enorme surpresa que num dos meus jantares com o (P) ele me disse que queria casar comigo.
Casar comigo ? mas o homem esta doido ? pensei eu. Eu não era propriamente o tipo de mulher com quem os homem quisessem casar, mas sim levar para a cama e também não me estava a ver casada a ser fiel a um só homem, isso não ia acontecer de certeza absoluta.
Ele começou a falar cada vez mais no assunto, eu tentei fazer-lhe ver que a fidelidade não era propriamente algo em que eu acreditasse, mas ele dizia que isso não interessava, que eu era a mulher da vida dele e que queria muito casar comigo.
Decisão certa ou errada a verdade é que eu acabei por ceder e aceitei casar com ele.
Casamos pelo registo e fizemos um pequeno jantar de comemoração apenas com alguns amigos.
Entretanto sai do cabeleireiro e fui trabalhar com o meu marido. Procurei levar uma vida de casada o mais normal possível e nos dois primeiros meses fui fiel a 100%.
Mas as oportunidades cruzam-se nas nossas vidas.
Uma amiga minha fazia anos e convidou uma serie de amigas para uma noite só de gajas.
Viemos para Lisboa para uma discoteca chamada Plateau. Eramos para ai umas 10 malucas da margem sul, cada uma mais maluca que a outra, todas muito produzidas.
A noite fui muito animada e só sei que acordei num motel para os lados de Sintra, Requinto, acho que era esse o nome, com um homem ao lado.
Era já de manha. Pedi ao fulano que estava comigo para me levar a Almada, e no caminho mal conversei, trocamos de numero de telemóvel e entrei em casa já deviam ser umas 11 da manha.
O (P) estava acordado sentado na sala.
Fui falar com ele sem saber no inicio o que dizer, mas em vez de arranjar as velhas desculpas que nós mulheres utilizamos, de que tinha dormido em casa de uma amiga ou outra idêntica, resolvi mais uma vez como sempre fiz, encarar as coisas de frente e disse-lhe a verdade que tinha passado a noite num motel com outro homem e que ia arrumar as minhas coisas e ia para o meu antigo apartamento.
Ele agarrou-me, disse-me que não ia a lado nenhum, que gostava muito de mim e que sabia muito bem como eu era, que gostava de mim assim e que não me queria mudar.
Disse-me que não era a primeira vez que o encornavam, que a ex mulher se fartou de lhe fazer o mesmo, mas que o importante era o que ele sentia por mim e não os homens com quem eu dormia.
Pediu-me apenas para ser o mais discreta possível nas situações que tivesse.
Na pratica o que o meu marido me disse na altura foi que eu podia encorna-lo à vontade desde que soubesse fazer as coisas desde que não desse nas vistas.
Pensei para mim própria que era difícil encontrar um homem assim e que o meu casamento tinha muito mais hipóteses de resistir agora que eu tinha livre transito para poder estar com outros homens.
Nos 3 anos em que estivemos casados, muitos foram os homens com quem estive , de alguns fui amante, outros as vezes apenas por uma noite e pouco mais, passei muitas noites fora de casa e mesmo fim de semanas, mas sempre com o conhecimento do meu marido, não lhe escondi nada e acho que isso é importante.
Das varias historias que poderia contar desse período, vou apenas relatar dois acontecimentos (se depois quiserem mais eu revelo outras situações).
Foram duas situações muito diferentes, numa delas ou acho que estive mal, não acho, tenho a certeza, na outra quem esteve mal foi o meu ex marido e foi o principio do fim do nosso casamento.
A primeira situação que vou relatar aconteceu no Brasil, em Fortaleza.
O meu primeiro marido deu-me duas prendas que eu jamais esquecerei.
Ofereceu-me um peito novo, que eu já entretanto aumentei mas foi ele a dar-me as minhas primeiras grandes mamas. Eu sempre tive as pernas altas, um grande cu e um peito bem rijo, mas sempre quis ter um peito grande, para usar bons decotes e o meu primeiro marido deu-me essa possibilidade.
A segunda prenda que eu adorei foi uma viagem ao Brasil, a Fortaleza. O mais longe que eu já tinha ido naquela altura tinha sido a França e adorei ir ao Brasil, mas portei-me mal.
Todos já puderam ver que uso bikinis muito pequenos, na altura ainda não eram tão minis mas já bem pequeninos. E já tinha o meu par de mamas novo também para mostrar.
Ficamos num resort ao pé da praia e estava doida com todo aquele ambiente, o sol a praia, eu adoro praia, as caipirinhas, tudo esse ambiente deixou-me com vontade de sexo.
O bungalow onde ficamos era enorme, tinha dois andares e o quarto era no ultimo piso. Dava para ver a praia toda e à noite vinha para a varanda toda nua, sabia-me tão bem.
Os olhares eram muitos mas quem me deixava sempre quente era o empregado do bar da praia, um moreno lindo com um corpão de morrer.
Eu sempre que ia buscar bebidas e ia muitas vezes, metia-me com ele, provocava-o. Punha as minhas mamas novas todas em cima do balcão e quando me virava punha-me a ajeitar o bikini no rabo para o provocar ainda mais.
À noite depois do jantar eu e meu marido íamos para o bar da praia e eu tinha que me controlar para não dar tanto nas vistas, mas sempre que podia mostrava-lhe mais do que devia, sendo que já nessa altura raramente usava cuecas.
Os dias foram passando e eu não passei das provocações, mas as oportunidades como sempre surgem e mais uma vez ela surgiu.
Na véspera de virmos de regresso para Portugal o meu marido disse-me que tinha marcado um passeio nuns jipes de praia ou buggy, não sei o nome, uns carros que andam na areia.
Eu não gosto nada dessas coisas e disse-lhe que queria aproveitar o ultimo dia na praia, que fosse ele.
Assim foi, logo de manha ele saiu com um grupo de pessoas nesses carros e eu fui para a praia.
Pus um bikini que tinha comprado no Brasil, ás riscas vermelhas e brancas (apesar das fotos não terem grande qualidade vou colocar uma galeria com fotos minhas com esse biquíni tiradas pelo meu marido nessas férias) e a meio da manha comecei a beber caipirinhas.
Primeiro uma, depois outra e outra e à quarta caipirinha eu já estava no ponto e quando eu estou no ponto as coisas acontecem, vários homens podem confirmar isso, começo a pensar mais com a minha Lili do que com a cabeça.
Levantei-me, fui direita ao bar e disse ao moreno “o meu marido foi num passeio e eu preciso começar a trazer as malas do meu quarto para a sala, podes-me ajudar ‘”
O menino não era burro, percebeu logo o que eu queria fazer e disse-me para eu ir andando para o bungalow que ele já lá ia ter.
E assim foi, fui para o bungalow e passado uns 10 minutos ele bateu à porta. Entrou e mal falámos, perguntei-lhe apenas se ele tinha preservativo, ele disse que não, mas eu devido à vida que levava estava sempre prevenida e para onde quer que fosse tinha (e tenho) sempre uns nas minhas malas.
Fomos para o quarto na parte de cima e fodemos bastante, o moreno não me desapontou, não tinha só um corpão de morrer, soube comer-me, e estava a saber-me tão bem que nem dei conta do tempo passar.
Quando terminamos, viemos para a parte de baixo, eu ainda estava nua quando ele saiu e quase de imediato o meu marido entra, eles cruzaram-se praticamente à porta. Ele olhou para mim, viu logo o que se tinha passado e disse-me apenas “É mais forte do que tu, está-te no corpo”. Nunca mais esqueci aquele momento e aquelas palavras, ele tinha razão, está-me realmente no corpo. Mas apesar de eu ter liberdade para poder ter outros homens, fiquei sem cara naquele momento, aquelas eram as nossas ferias a dois, apenas 10 dias, não devia ter feito o que fiz, estive mal, muito mal e sei reconhecer isso.
A outra situação que vou agora revelar foi exatamente o contrario, ai foi o meu ex marido que esteve realmente mal e foi um dos motivos que me levou a terminar o meu casamento.
As lojas do meu marido estavam a passar por momentos complicados, as vendas tinham baixado e ele tinha uma divida grande por resolver com o seu principal fornecedor, que já lhe tinha dito que não lhe ia fornecer a próxima coleção. O meu marido não falava de outra coisa, que ia ficar sem as lojas que sem a coleção não ia conseguir manter o negocio e estava realmente em baixo. A divida era grande e eu apesar de trabalhar com ele nas lojas não sabia nada do dinheiro que ele tinha mas tinha e tenho a certeza que ele tinha algum dinheiro de parte nomeadamente deixado pelo pai.
O nosso principal fornecedor era uma fabrica do norte, cujo patrão já por varias vezes tinha visitado as lojas junto com o vendedor.
Era um típico homem do norte, com cinquenta e muitos anos, sempre muito bem vestido, embora para mim um bocado espalhafatoso, falava imenso e muito alto e era só mãos.
Quando falava comigo estava sempre a mexer-me e apalpava-me o cu á descarada, mas sempre com piada, sem ser grosseiro.
O meu marido sempre o tratou por Sr. Doutro e eu fazia o mesmo, era o Sr. Doutor isto, o Sr. Doutor aquilo e não me lembro sequer do nome dele. E ele a mim tratava-me sempre por menina.
Eu tentei fazer ver ao meu marido que a relação deles já era longa que ele fala-se abertamente com ele sobre as dificuldades das lojas de forma a chegarem a um acordo.
O meu marido dizia-me que ele já não o ouvia e num determinado jantar disse-me que eu é que era a pessoa certa para conseguir convence-lo a dar-lhe tempo para pagar. Eu perguntei, eu ? porquê ? e ele disse-me que o Sr. Doutor gostava imenso de mim, que de certeza que não era capaz de dizer-me que não. Na pratica o que o meu marido me estava a dizer era para me meter de baixo do Sr. Doutor, pois eu via bem como ele me olhava quando vinha as lojas e como me apalpava toda.
Fiquei chateada, tudo bem que ele sabia que eu tinha outros homens mas dai a pedir-me descaradamente para me meter debaixo de outro homem para lhe resolver uma divida, não achei nada bem.
Mas vi-o tão aflito que acabei por concordar em ir ao norte falar com o Sr. Doutor e tentar arranjar uma solução.
Ele combinou as coisas, disse ao fornecedor que eu ia ter com ele para se arranjar uma solução para a divida e eu pensei logo para mim que o Sr. Doutro homem batido como era sabia ao que eu ia, mas não sabia o que esperar, se ia ter que me meter debaixo dele ou não.
Essa indecisão pesou na minha decisão para escolher que roupa levava, mas se era eu a mais valia, escolhi um vestido branco (também vou colocar na galeria) que é muito curtinho e justo (ainda hoje o tenho e visto de vez em quando à noite), que não me faz passar indiferente onde quer que vá com ele.
E assim foi, fui direita a Valongo ter com o fornecedor. Ainda me perdi no caminho e quando cheguei à fabrica já era quase meio dia.
Mandaram-me esperar numa salinha e passado pouco tempo levaram-me ao escritório do Sr. Doutor. Fez-me logo uma grande festa, disse que eu estava como sempre fantástica e não deixou de me dar os apalpões no rabo do costume. E disse-me logo.
“ não nos vamos sentar que já é tarde e eu estou a morrer de fome. Falamos de negócios à mesa”.
Tudo bem, disse eu. E descemos por um pequeno elevador para uma garagem onde ele tinha o carro. Arrancamos e era só mãos dele em cima de mim, ou me agarrava no braço ou punha as mãos nas minhas pernas, e não se calava um bocadinho, a dizer que o meu marido era um frouxo, que não tinha mãos no negocio, que quem percebia do assunto tinha sido o pai dele, que ia acabar falido, etc, etc.
Andamos para ai uns bons 3 quartos de hora até chegarmos ao restaurante, acho que ele não queria ser visto comigo nos sítios onde habitualmente ia.
Ao almoço falamos de tudo menos da divida e como resolve-la. Vieram os digestivos e nem uma palavra sobre o que me tinha levado a ir ter com ele e sempre que eu procurava puxar o tema ele cortava a conversa com outro tema qualquer.
Já julgava que a minha ida ao norte tinha sido apenar para me pagarem um bom almoço, quando ele diz “Vamos lá tratar dos nossos negócios”, finalmente pensei eu.
Mas ele pediu a conta, levantamo-nos e metemo-nos no carro.
Outra vez conversa, até que ele para no estacionamento de um motel, cujo nome era Havai se não me engano.
Estava claro como água para mim como era que íamos tratar de negócios. Na cama.
Entramos para o quarto e não valia a pena estava com mais conversa, sabia ao que estava, comecei a desapertar-lhe a camisa e perguntei-lhe “o Sr. Doutor tem algum desejo em especial ?” e ele com enorme a vontade diz-me “ olhe menina, rata tenho eu muita cá por cima, o que não tenho é um cu como o seu”. Estava esclarecida, o meu cu mais uma vez a fazer a diferença.
Baixei-me e quando o tiro para fora a primeira surpresa, o Sr. Doutor estava muito bem servido, mesmo muito bem e para uma mulher experiente como eu achar isso é porque o material dele era mesmo grande.
Ainda vestida meti-o na boca e comecei a senti-lo crescer dentro da minha boca e cresceu mesmo muito, que bela surpresa era aquela.
De seguida despi-me pus-me de quatro em cima da cama. Ele veio por trás de mim, cuspiu na mão, molhou-me o rabo e de seguida meteu-mo todo no cu.
Como já disse, eu naquela altura já tinha tido muitos homens e a minha capacidade de encaixe era grande, já confessei também que gosto imenso de levar no cu, tenho prazer nisso, mas o que senti não foi prazer, foi sim uma enorme dor, de tal maneira que me lembro de ter mordido o lábio e ter deitado sangue da força que fiz.
Ele abriu-me ao meio e estava com verdadeira dificuldade em aguenta-lo e isto ele debruça-se sobre mim e diz-me “peça-me para lhe encher o cu” . eu pensei, “O quê?”, encher-me o cu ? eu queria era que ele me libertasse o cu. Ele dá-me uma nalgada com força e diz outra vez para eu lhe pedir para me encher o cu. E eu lá lhe fiz a vontade. Aquilo deu-lhe tesão e começou-me a dar cada vez mais nalgadas e a foder-me o cu com força.
Eu agarrei-me aos lençóis com as mãos e ia aguentando como podia.
Até que finalmente ele o tira e faz-me sinal para o chupar. Que alivio. Baixei-me e chupei-o, o Sr. Doutor estava a dar-me uma coça, eu que tinha para ai menos 30 anos que ele.
Depois de chupa-lo meteu-me outra vez de quatro e voltou a ir-me ao cu. Mas desta vez já não tive dor, já estava com o cu moldado, e a dor começou aos poucos a dar lugar ao prazer e eu comecei a gozar. Comecei a gemer e quando eu gemo é porque vou-me vir e ele fez-me vir.
Quando senti que ele também estava quase a vir-se, ele parou foi beber água e trouxe também para mim que estava em água de tanto transpirar.
Fez uma pequena pausa para logo de seguida fazer sinal para o mamar outra vez e recomeçou tudo outra vez, broxe, cu, nalgadas, broxe, cu, nalgadas. Repetiu a sequencia várias vezes até que finalmente deu um urro e veio-se imenso no meu cu, e ai sim encheu-me o cu todo, comecei a sentir o leite dele a escorrer-me pelas pernas abaixo. Estava atestada.
O Sr. Doutro tinha acabado de me dar uma das melhores fodas que eu já tinha levado, fez-me vir duas ou três vezes e isto sem me ter ido à cona.
Estava realmente surpreendida pela forma como tinha sido comida. Já tinha valido a pena ter ido ao norte.
Tomamos um duche e fomos de volta para a fabrica e da divida nada.
Até que quando chegamos à garagem ele diz-me “olhe menina, diga ao seu marido que tem um ano para me pagar o que esta para trás, um cheque por mês e eu vou fornecer-lhe a próxima coleção, mas é a ultima vez que o faço e é graças a si. E quanto à menina, já é hora de procurar outro galho, aquilo não é ramo para si” mais umas palavras que me ficaram na memoria.
Agradeci-lhe por tudo, disse-lhe que tinha sido uma verdadeira surpresa, e que não me importava de ser eu a tratar novamente dos negócios com ele. Isso não voltou a acontecer, não voltei a ter o privilegio de voltar a ser comida pelo Sr. Doutor, com pena minha.
Voltei para casa feliz, por um lado tinha conseguido salvar o negocio do meu marido e por outro vinha muito bem fodida, ainda tinha o rabo aberto ao meio.
Mas também comecei a pensar no que me tinham dito naquele dia sobre o meu marido. Cada vez mais não me revia no nosso casamento, cada vez estávamos mais distantes e pedir-me para foder com outro homem para resolver os problemas dele tinha sido a gota de agua. Já não era muito normal eu poder ter amantes e ele aceitar isso, mas ter-me pedido o que pediu era mau, podia perfeitamente ter arranjado outra solução que não pedir à mulher para foder com outro homem para lhe resolver dividas. Era realmente altura de mudar de vida e comecei a trabalhar nisso nos meses que se seguiram.
Sr. Doutro, se alguma vez entrar na minha pagina e ler os meus relatos de vida, saiba que me deu uma das melhores fodas que eu já tive, e bons conselhos também. Um beijinho grande.
No meu próximo e ultimo relato sobre partes da minha vida vou contar como foi a minha vida depois de me separar e ir viver para lisboa, do período em que fui “profissional” e de como vim parar a Madrid.