Minha história sexual da infância até hoje – Parte
Continuando as histórias intermediárias sobre minha vida sexual, hoje vou falar sobre o que aconteceu na Praia Grande mais ou menos um mês depois que conhecemos o trio Bruninho, Carla e Sofia em Campos do Jordão. Esta história é um pouco longa porque eu gosto de contar detalhes que ajudam a enriquecer e confirmar o que escrevo, mas com certeza vale a pena lê-la até o fim, creio que algumas situações valem umas belas punhetas. Mais uma vez reafirmo que todas as minhas histórias são 100% verdadeiras, embora muitos achem estranho principalmente meu relacionamento sexual com minha mãe e também o fato de ficarmos nus, eu, minha esposa e meus pais, quando estamos juntos, especialmente no apartamento da Praia Grande e na casa de Campos do Jordão, mas esta é realmente nossa vida. Não somos naturistas, mas realmente curtimos a nudez sem nenhum preconceito. Já estivemos na Praia do Pinho, em Santa Catarina duas vezes e também já estivemos em Cap D’Agde, na França, onde acontecem coisas surreais. Por lá vimos casais se chupando, batendo punheta um para o outro, vimos casais trepando e até homossexuais e bissexuais fazendo de tudo, sem o menor pudor ou vergonha, em plena praia, na frente de dezenas de pessoas.

Mas o mais curioso que vimos por lá foi um casal de meia idade que estava bem ao nosso lado e a certa altura a mulher começou a bater uma punheta para o cara. Depois de alguns minutos ele começou a alisar a buceta dela, e dava pra ver que ela estava bem melada e ele de pau duro. Logo ela voltou a punhetá-lo e a chupar seu pau, mas começou também a alisar o cu dele e, após dar uma boa lubrificada no dedo médio enfiando-o na própria buceta, o enfiou inteirinho no cu do homem, que delirava de prazer. Confesso que minha esposa faz isso comigo às vezes e eu gosto, mas em público eu achei bem estranho, no entanto o mais curioso estava por vir. A certa altura aproximou-se um rapaz, bem jovem, com o pau duro, sentou-se ao lado deles e sem a menor cerimônia começou a alisar os peitos da mulher, que não ofereceu a menor resistência. Depois passou a alisar sua buceta, enquanto ela continuava chupando o pau do homem e com o dedo no cu dele. A essa altura eu também já estava alisando o grelinho de minha esposa e ela me punhetando discretamente. Nesse instante observamos que se formara uma roda em volta deles, mas como estávamos muito próximos, a menos de 2 metros, essa roda se formou por trás de nós, ou seja, continuamos com uma vista privilegiada da cena.

O problema desse lugar é que se você está punhetando sua esposa ou ela te punhetando boa parte das pessoas acham que também podem se juntar e participar, principalmente os homens que estão sozinhos, e foi o que ocorreu com a gente. Um homem de cabelo grisalho se aproximou e pegou em um dos seios da minha esposa, mas ela o repeliu com firmeza e ninguém mais tentou se aproximar, até que nós dois gozamos enquanto assistíamos ao trio ao lado, que estava pegando fogo a essa altura. De repente o jovem que havia se juntado ao casal parou de alisar a mulher, e começou a alisar o cu e o pau do homem, que continuava deitado de barriga para cima. Após alguns instantes o homem ficou de bruços e o jovem se deitou por cima dele, esfregando o pau no seu cu. Dava pra ver claramente que inicialmente ele apenas esfregava o pau, mas após alguns instantes a mulher começou a chupar o pau dele, deu algumas cuspidas no cu do seu parceiro e ajudou o jovem a enfiar o pau no cu do parceiro, devagarinho a princípio e depois com mais firmeza dando estocadas firmes com a mulher ajudando a controlar o ritmo. Ele gozou rápido, pareceu começar e ejacular dentro do cu do homem, mas terminou nas suas costas, um jato forte de porra que chegou quase até o pescoço dele, e enquanto gozava enfiou novamente o pau no cu do homem e deu mais umas estocadas.

Depois que gozou o jovem se levantou e pela primeira vez falou alguma coisa, que nos pareceu um agradecimento e simplesmente foi embora. Até aí nem sabíamos como era a voz de nenhum deles, mas todos eram bonitos, loiros, com aparência de alemães. Assim que o jovem foi embora o homem se virou de barriga para cima novamente, com o pau duro, nesse instante a mulher se sentou sobre ele e após alguns segundos os dois gozaram escandalosamente e permaneceram na mesma posição por mais alguns segundos até que a mulher se deitou ao lado dele com uma expressão muito feliz. Pela segurança com que o jovem comeu o cu do homem, ficamos com a impressão que isso já tinha acontecido antes entre eles, mas nunca vamos ter certeza disso. Isso tudo nos deixou novamente muito excitados, mas fomos curar a excitação no apartamento do hotel, mas o que fizemos no hotel agora não vem ao caso.

Então, voltando ao que eu disse no início, vou falar sobre o final de semana na Praia Grande junto com um trio de jovens que conhecemos em Campos do Jordão. Pouco mais de um mês após o final de semana em Campos do Jordão, combinamos por telefone de passar um final de semana juntos na praia. Eu e minha esposa descemos na sexta-feira no meio da tarde e eles desceriam de ônibus no início da noite. Eles disseram o horário que chegariam e eu fiquei de buscá-los na rodoviária. Meus pais a princípio não iriam, pois tinham um compromisso no sábado de manhã, mas depois decidiram descer no sábado depois do almoço. Quando eu e minha esposa chegamos apenas tiramos as roupas de cama dos armários para arejar e fomos dar um mergulho. Eu estava muito excitado com a possibilidade de comer a Carla novamente, por isso assim que encostava na minha esposa já ficava de pau duro, e ela fazia questão de esfregar, pegar meu pau, enfim, me deixar mais doido ainda. Ficamos apenas alguns minutos na água, até porquê já estava entardecendo e a temperatura caindo um pouco. Saímos de lá e fomos direto ao supermercado, onde pegamos uma caixa de cerveja, alguns vinhos e pães e frios para um lanche. Na hora combinada fui buscá-los na rodoviária sozinho, minha esposa ficou em casa terminando de ajeitar algumas coisas. Quando desembarcaram nos cumprimentamos carinhosamente, a Carla fez questão de me pegar pelo quadril e apertar contra o dela (o final de semana prometia). Colocamos as coisas deles o porta-malas e nos ajeitamos para voltar, a Carla fez questão de vir na frente deixando o Bruninho e a Sofia no banco de trás. O caminho da rodoviário até o apartamento durava menos do que 5 minutos de carro, mas nesse tempo a Carla alisou minha perna várias vezes, demonstrando estar com muita saudade.

Quando chegamos todos cumprimentaram efusivamente minha esposa, principalmente o Bruninho que permaneceu alguns segundos abraçado com ela, aliás muito juntinho, mas tudo bem, eu imaginava o que se passava na cabeça dele(s). Conversamos um pouco e então minha esposa perguntou se alguém queria beber alguma coisa, explicando que tinha vinho suave e também cerveja no congelador. Todos aceitaram, então eu abri uma das garrafas de vinho e servi as meninas, enquanto que minha esposa pegou apenas uma latinha de cerveja e perguntou se o Bruninho se importaria de dividir com ela pois se abrisse duas elas poderiam esquentar, ao que o Bruninho não se opôs. Eu não peguei nada para mim, pois não gosto de bebidas alcoólicas e não estava a fim de tomar refrigerante e nem suco. Eles brindaram ao reencontro e às novas amizades, pedindo que nunca se acabassem e começaram a beber enquanto que simultaneamente a minha esposa e a Sofia prepararam alguma coisa para a gente beliscar antes de partirmos para os lanches, que seriam a janta do dia. Nesse meio tempo eu, a Carla e o Bruninho fomos para a sacada e ficamos conversando, relembramos algumas coisas de Campos do Jordão e falamos sobre outras banalidades. Eles gostaram muito do apartamento, que embora não seja de frente para o mar tem uma linda vista da praia. Em alguns minutos nos sentamos na mesa para o lanche e logo depois do lanche saímos todos para dar uma volta pela praia e tomar um sorvete ou comer algum doce. Voltamos para o apartamento por volta das 23 horas. Ao chegarmos as duas meninas foram tomar banho no banheiro da suíte e o Bruninho foi tomar banho no banheiro social.

Não estava uma noite tão quente, não me lembro se era a última semana do verão ou a primeira do outono, mas todos nós estávamos com roupas bem à vontade. Minha esposa preferiu um biquíni ao baby doll, ao contrário da Carla e da Sofia. O biquíni dela era modelo fio dental, o que ressaltava bastante suas lindas nádegas de um lado e de outro seus lindos peitos que estavam quase saltando do biquíni. Notei que quando o Bruninho saiu do banheiro a viu com aquele traje nem conseguiu disfarçar, ficou olhando-a descaradamente por alguns segundos até se lembrar que havia mais gente na sala. Minha esposa, como boa anfitriã, era a responsável por manter os copos das meninas cheios e por trazer a cerveja que ela continuava dividindo com o Bruninho, e a esse pretexto se sentava ao lado dele no sofá de 2 lugares, enquanto que eu dividia o de 3 lugares com a Carla e a Sofia. Embora o sofá de 2 lugares ficasse de lado para o de 3 lugares eu ficava observando disfarçadamente o comportamento da minha esposa e do Bruninho. Ela frequentemente se virava meio de lado para fazer alguma coisa e esfregava o peito no braço do Bruninho, e parece que isso estava deixando ele com muito tesão. Claro que ele estava apenas com o short e sem cueca e dependendo da posição que ele ficava dava até pra ver o seu pau, que não disfarçava o tesão dele pois via-se nitidamente que estava bem duro. Além de esfregar o peito ela colocava a mão na perna dele com frequência, o que provavelmente o incitava ainda mais enquanto no sofá maior eu fazia o mesmo com a Carla e ela comigo. A Sofia parecia saber tudo o que se passava e apenas permanecia sentada bebendo praticamente sem falar nada. Depois de algum tempo eu fui novamente para a sacada e a Carla e a Sofia me acompanharam.

Novamente a Carla sentou-se ao meu lado e a Sofia pediu desculpas mas iria ficar de costas para nós admirando a vista da praia, que mesmo de noite tem um visual muito bonito. Assim que ela se virou de costas a Carla começou a alisar meu pau por cima do short que eu vestia e eu também comecei a manusear seus peitos, enfiando meus dedos por entre os botões de sua blusinha, pegando com delicadeza nos mamilos com uma mão enquanto enfiava a outra por dentro do seu shortinho e alisava a bucetinha molhadinha. De onde estávamos a gente via apenas as costas do sofá onde estavam inicialmente a minha esposa e o Bruninho, mas eles haviam mudado para o sofá de 3 lugares, talvez porque ele ficasse de frente para a TV e de lado com a sacada, dessa forma o sofá de 2 lugares ficou entre eles e a sacada, ou seja, nem a gente, do lado de fora, conseguia ver o que eles faziam lá dentro e nem eles conseguiam ver o que a gente fazia lá fora pois só se conseguia ver as cabeças uns dos outros. Com isso a gente se sentia bastante seguro lá fora, pois se minha esposa ou o Bruninho se levantassem a gente veria, mas parece que eles não estavam a fim de se levantar, e pra falar a verdade acho que estavam fazendo o mesmo que nós. Em determinado momento minha esposa se levantou mas nem interrompemos o que estávamos fazendo pois ela foi direto para a cozinha de onde voltou com outra lata de cerveja que ficou bebendo em parceria com o Bruninho. Depois de alguns minutos a Sofia se virou para nós e acabou nos flagrando, eu tentei disfarçar mas a Carla que a essa altura já estava com a mão dentro do meu short continuou o que estava fazendo. Ambas riram da minha atitude e só então a Carla disse para eu não me preocupar pois a Sofia sabia de tudo que a gente tinha feito em Campos do Jordão. Logo depois a Sofia se levantou e disse que ia dormir, pois já tinha percebido que estava sobrando ali. Assim que ela saiu a Carla começou a chupar meu pau e pediu para eu continuar alisando seu grelinho pois já estava quase gozando. Isso bastou para eu ficar com mais tesão ainda e logo a seguir ela começou a gozar e eu fui junto, enchi a boca dela de porra, que ela engoliu não deixando sobrar uma única gota. Logo a seguir ela me perguntou se eu tinha nojo de porra e eu disse que não, então ela puxou minha cabeça delicadamente um pouco para baixo, a ponto de sair da vista dos dois que estavam na sala e me deu um delicioso beijo com gosto de porra. A seguir se levantou, foi até a cozinha pegar mais uma taça de vinho e sentou-se novamente ao meu lado. Ao voltar comentou que parecia que o bicho estava pegando na sala, que parecia que o Bruninho tinha três pernas. Dei risada imaginando o que estava acontecendo lá dentro e disse a ela que tudo bem, eles também tinham o direito de se divertir. Continuei sentado onde estava e comecei a alisar novamente as pernas da Carla, lindas pernas, coxas maravilhosas. Algum tempo depois o Bruninho se levantou e foi apressado para o banheiro. Nisso minha esposa também se levantou e disse que ia dormir, me perguntando se eu também iria. Como eu a conhecia muito bem, entendi que na verdade ela não estava me perguntando se eu iria, mas sim dizendo que eu “deveria” ir me deitar com ela naquele instante, então me despedi da Carla e fui para o quarto com minha esposa.

Assim que entramos no quarto tiramos toda a roupa e nos deitamos. Imediatamente ela pegou meu pau e começou a alisar, eu retribuí chupando seus peitos e alisando seu grelinho simultaneamente, o que eu sabia que a deixava doida. A bucetinha dela estava completamente tomada por aquela deliciosa baba do tesão, mas normalmente ela não gozava apenas com isso, precisava que eu cravasse o pau, sempre da mesma forma, começando lentamente e acelerando até que ela gozasse, mas desta vez acho que ela estava mesmo com muito tesão, em menos de 2 minutos começou a gemer e falar baixinho: “não para, não para…” e simultaneamente chupava meu pau até gozar. Assim que ela gozou, parou de chupar meu pau, mas continuou com a punhetinha. Ela ficou me punhetando por alguns minutos e a seguir se sentou em cima do meu pau e o enfiou na buceta, começando aquele balanço delicioso, ritmado, que me deixa louco, no entanto, como eu tinha gozado há menos de uma hora na boca da Carla, eu demorei um pouco mais do que o normal para gozar de novo, mas ela gozou novamente, desta vez soltando os gritinhos característicos do orgasmo. Após alguns minutos eu também gozei de novo, então nos limpamos e, quando eu gozo na buceta da minha esposa ela costuma colocar um absorvente para segurar a porra que vai descer, mas quando eu gozo no cuzinho ela não coloca nada. E aí ela lembrou que os absorventes estavam em uma pequena mala, dessas do tipo bolsa de mão, que havíamos deixado na sala. Eu pedi para ela permanecer deitada e levantei para ir buscar essa mala, mas não vesti nada, imaginando que todos já estavam deitados e dormindo, mas ao entrar na sala dei de cara com a Sofia e a Carla que havia se levantado para ir até a cozinha tomar água ou refrigerante, não me lembro exatamente. Fiquei sem graça por causa da Sofia, mas ambas começaram a rir, e a Carla perguntou se elas também podiam andar assim, que ia adorar isso. Eu pedi desculpas e respondi, também rindo, que se dependesse de mim, eu adoraria que todos ficássemos nus lá dentro.

No dia seguinte eu e minha esposa fomos os primeiros a nos levantar, então fomos para a cozinha e começamos a preparar o café da manhã. Após alguns minutos a Sofia também se levantou e também veio para a cozinha, e a partir desse momento eu comecei a observá-la melhor e notei que na verdade ela era muito mais bonita do que eu tinha achado à primeira vista. Ela estava com o cabelo preso em rabo de cavalo, o que destacava mais o seu rosto e principalmente seus olhos, e era realmente lindíssima. Além disso, se mostrou extremamente simpática e comunicativa, o que ainda não havia demonstrado nas vezes anteriores em que estava perto de nós, embora também não tivesse sido antipática em nenhuma ocasião. Sentou-se ao meu lado na mesa e começou a me ajudar a descascar e preparar algumas frutas para o café da manhã, fez rolinhos de presunto e queijo, preparou uma bandeja com salame em forma decorativa, enfim, se mostrou muito participativa, disposta a ajudar em todo que fazíamos. Enquanto estava sentada ao meu lado ela esfregou algumas vezes a sua perna na minha, mas eu considerei como sem intenção, até porquê, segundo a Carla ela ainda era virgem, mas depois de alguns minutos ela pôs a mão em cima da minha coxa e começou a alisar carinhosamente, inicialmente mais próximo ao joelho e depois subindo gradativamente até quase a minha virilha. Claro que isso me deixou de pau duro, e como eu estava apenas com o shortinho tradicional de jogar futebol, sem cueca, o volume começou a aparecer. Nessa hora eu desviei meu pau com a mão para o lado da perna direita e o deixei ali paralelo à perna, apenas para observar a reação dela, e qual não foi a minha surpresa quando ela, ao notar aquele volume naquela perna, começou a alisá-lo por cima do short, enquanto conversava alegremente comigo e com a minha esposa.

Eu não conseguia acreditar nisso, pra mim ela era virgem, então como é que estava procurando um relacionamento sexual comigo? Mas não me atrevi a sair do lugar, e ela em certo momento puxou a perna do meu short um pouco para trás, expondo parte do meu pau junto à coxa, e começou a me bater uma punhetinha discretamente, parando quando minha esposa se virava para nós e recomeçando assim que ela ficava de lado ou de costas. Ela passava os dedos na cabeça do meu pau de uma forma tão gostosa que eu fiquei com medo de gozar ali mesmo, tive que me controlar muito. Quando o café já estava quase que totalmente pronto o Bruninho e a Carla chegaram à cozinha, então tomamos café e saímos para fazer uma caminhada pela beira da praia. Depois disso retornamos ao apartamento, preparamos algumas coisas para levar para a praia (água, cerveja, uns petiscos etc.) e fomos para a praia, onde ficamos até o início da tarde. Nesse tempo eu observei que o Bruninho e a Sofia quase não entraram na água, eu e minha esposa gostamos de brincar na água (ela gosta mais do que eu) e a Carla entrou umas duas vezes mas também não demonstrou se gostava muito ou pouco. Então minha esposa disse que ia voltar para o apartamento e preparar o almoço e todos nos prontificamos a ir junto, ao que ela respondeu que não era necessário, ia fazer alguma coisa rápida e a gente podia continuar se divertindo por lá, que era para irmos para o apartamento daí a mais ou menos uma hora. A Carla insistiu em voltar com ela e o Bruninho também e ela negou novamente precisar de ajuda, falou que se eles quisessem voltar tudo bem, mas não para ajudá-la, foi quando o Bruninho declarou que não gostava muito de entrar no mar, então preferia voltar. A Carla disse que já que minha esposa não se importava, preferia ficar um pouco mais na praia, com isso apenas o Bruninho estava decidido a voltar com ela. Ele me perguntou se eu não me importava que ele voltasse com ela para o apartamento e eu disse que não via nenhum problema nisso, desde que ela não se importasse, tudo bem, ao que ela respondeu que também não via problema nenhum.

A essa altura os dois juntos já haviam tomado umas seis latinhas de cerveja, dividindo a lata como no dia anterior. Na geladeira, pelos meus cálculos, ainda devia ter aproximadamente uma dúzia de latinhas, e também umas 3 garrafas de vinho suave, então não me preocupei em comprar mais nada de bebida para o final de semana. Permaneci na praia com a Sofia e Carla, e as duas faziam o possível para estarem sempre o mais próximo de mim, tanto dentro da água como fora dela, mas em um momento em que a Sofia entrou sozinha no mar a Carla se aproximou mais de mim e começou a falar sobre ela. Perguntou o que eu achava dela e eu respondi francamente, que a achava muito linda e que a partir daquela manhã também passei a achá-la muito simpática. Ela retrucou: “e além de tudo é muito gostosa, você não acha?”. Falei que realmente ela era um filezinho, corpinho perfeito, com tudo proporcional e hoje ela estava excepcionalmente linda com aquele rabo de cavalo. Aí a Carla me lembrou que em Campos do Jordão eu havia dito que gostava muito de mulheres com rabo de cavalo, porque destacava o rosto, acredito que esse é um dos motivos pelos quais a minha mulher usa o cabelo assim com frequência, e me falou que provavelmente ela fez isso para me agradar, pois não costuma andar com o cabelo assim. Ela me disse que a Sofia havia perdido a virgindade na semana anterior, em uma festa, com o primo dela e também fez algumas confidências sobre elas. Disse que já haviam tido um relacionamento lésbico uma com a outra mas há alguns meses não tinham nada, disse que foi a principal incentivadora para ela perder a virgindade e disse também que já tinha contado para ela detalhadamente tudo o que nós dois havíamos feito em Campos do Jordão e de mad**gada, conversando na sala, falou tudo que tínhamos feito na noite anterior. Depois me perguntou se eu realmente não me incomodava com o fato de o Bruninho e minha esposa terem ido sozinhos para o apartamento, ao que eu respondi que não, que eu nem tinha moral pra questionar alguma eventual aventura da minha esposa pois eu não perdia nenhuma oportunidade, como ela bem sabia.

Aquela conversa me deixou de pau duro na cadeira, eu mostrei para ela e falei que ia relaxar na água, depois subiríamos para almoçar. Então me dirigi para a água e a Sofia veio ao meu encontro, percebendo como estava meu pau, aí ela se virou de costas para mim, puxando meus braços para abraçá-la pela cintura e eu, que pretendia relaxar, fiquei numa situação muito pior. Ela começou a esfregar sua bunda em meu pau de uma forma tão discarada que eu fiquei preocupado de alguém notar, até porque ali perto haviam algumas pessoas que conheciam a minha família, mas não tive como resistir àquela corpinho magnífico se oferecendo para mim. Fomos um pouco mais para o fundo e ela, ainda de costas pra mim, pegou meu pau com a mão e puxou para fora da sunga, estávamos com a água um pouco acima da linha da cintura, então não tinha como ninguém ver nada. Logo a seguir guiou meu pau para seu reguinho e puxou minhas mãos para agarrar os seus peitos, eu mantive uma mão mexendo nos peitos e com a outra comecei a alisar seu grelinho, nisso ela começou a rebolar e eu, só de imaginar meu pau dentro do seu cuzinho, despejei um monte de porra no mar, sem sequer enfiar o pau em lugar nenhum nela. Quando fizemos isso já estávamos de frente para a areia, eu estava preocupado com que a Carla visse e depois não quisesse mais nada comigo, mas ela aparentemente não estava nos observando. Sei lá o que pensei nessa hora, tudo o que sei é que não queria perder a chance de comer a Carla de novo. A Sofia disse que aquilo foi bom, mas foi muito pouco, que a gente precisava dar um jeito de ficar sozinho e ir muito mais além, eu respondi que com certeza daríamos um jeito de fazer isso.

Logo depois voltamos discretamente ao local onde a Carla se encontrava e ajeitamos as coisas para voltar para o apartamento, pois havia um pouco mais de uma hora que minha esposa havia subido e o almoço já deveria estar pronto. Ao chegar no apartamento minha esposa e o Bruninho estavam na cozinha tomando cerveja, eu fui até lá e a Carla e a Sofia foram direto para o quarto, dizendo que iam pegar roupas e toalhas para tomar um banho e a seguir se juntariam a nós. Achei estranho o fato de o almoço ainda não estar pronto, mas minha esposa disse que deixou para fazer um pouco mais tarde porque meu pai tinha ligado avisando que estavam saindo de São Paulo e logo estariam lá e almoçariam conosco. Eu disse que tudo bem, afinal eu gosto demais de estar com meus pais por perto e jantar uma hora mais cedo ou mais tarde não faria a menor diferença. Fiquei alguns minutos ali com eles e também fui me preparar para um banho, pois não tínhamos planos de voltar novamente para a praia. Quando entrei no meu quarto tive uma das melhores visões da minha vida: a Carla e a Sofia, totalmente nuas, se preparando para entrar no chuveiro, e o melhor, não fizeram questão nenhuma de esconder as partes íntimas. Pedi desculpas, disse que achava que elas estavam no outro banheiro e ameacei sair, mas elas disseram que como tinham tomado banho ali no dia anterior achavam que poderiam tomar banho ali novamente, e que eu não precisava sair, elas já iam entrar no banheiro. Eu pedi desculpas novamente mas falei, em tom de brincadeira, que ia ficar ali esperando elas saírem e, para minha surpresa, elas disseram que tudo bem, que gostariam de sair do banho e ainda me encontrar ali.

Eu voltei para a cozinha e disse que as duas estavam tomando banho no nosso quarto, que ia aguardar um pouco ali com eles e depois iria tomar meu banho. Minha esposa estava com uma blusinha fina muito sexy e com uma bermudinha mais sexy ainda, daquelas meio largas, de um tecido bem liso e fininho, que insistia em entrar no seu reguinho a cada passo que ela dava, e logicamente estava sem calcinha. Por outro lado, sua blusinha era daquelas de alça fininha, bem decotada e a cada movimento que fazia com os braços praticamente se via todo o seu peito. Em um momento ela começou a lavar alguns talheres que estavam dentro da pia e o Bruninho, em uma posição estratégica, encostado na mesa um pouco atrás dela, quase mergulhava dentro da sua blusinha para agarrar seus peitos, que com certeza ele via com todos os detalhes, até o bico. Dava pra ver que ele estava de pau duro quase que o tempo todo em que estava perto da minha esposa pois ele não fazia o menor esforço para disfarçar. Eu me divertia com aquilo e lembrava de quando tinha essa idade, embora não fosse tão mais velho do que ele, acho inclusive que eu era muito mais cara de pau do que ele. Pedi licença aos dois e voltei para o meu quarto, encostando deliberadamente a porta e trancando-a com um pequeno trinco de ferro que tinha do lado de dentro e rezando para as duas saírem mesmo peladas do chuveiro. Se por acaso minha esposa tentasse entrar eu diria que foi sem querer e acho que não haveria maiores problemas. Depois de uns 2 minutos as duas saíram, totalmente nuas e foram até onde eu estava. Ambas me abraçaram ao mesmo tempo e aqueles peitos encostados em mim produziram um efeito imediato, meu pau endureceu tão rapidamente que até eu fiquei surpreso, nessa hora a Carla abaixou minha sunga, pegou meu pau e começou a me bater uma punheta. A Sofia apenas me beijava e esfregava os peitos em mim, eu comecei a acreditar que havia morrido e estava no céu, duas meninas lindas, gostosas, ao mesmo tempo, nunca havia acontecido nada parecido antes.

Mas isso foi rápido, ficamos com medo de ser flagrados, então combinamos que mais tarde a gente conversaria e arrumaria um jeito de continuar isso o mais rápido possível. Então elas se vestiram e logo a seguir eu destranquei a porta e entrei no banheiro, assim que entrei no banheiro escutei minha esposa conversando com as duas ainda dentro do quarto, acho que ela entrou no quarto assim que eu entrei no banheiro. Tomei meu banho e voltei para a cozinha, e para minha surpresa meus pais já haviam chegado. Minha esposa disse que o almoço estava pronto e que era para cada um se servir, sem muitas formalidades. Todos nos servimos e fomos almoçar na mesa da sala, pois ela era maior que a da cozinha e portanto cabiam mais pessoas. Assim que acabamos de almoçar a Carla e a Sofia disseram que a louça era por conta delas, já que não tinham ajudado a fazer, pelo menos ajudariam a limpar e prometeram que a janta ficaria a cargo delas. A essa altura minha mãe já estava na maior intimidade com todos eles e foi ajudar as meninas na cozinha, ficando mais íntima ainda das duas. Assim que terminaram propusemos fazer uma caminhada e aproveitar para tomar um sorvete, todos concordaram e lá fomos nós. Durante a caminhada fiquei um pouquinho para trás com meu pai e contei para ele o que estava acontecendo entre eu e as duas garotas. Ele já sabia o que tinha acontecido em Campos do Jordão, mas quando lhe contei sobre a Sofia ele endoidou. Falou que eu tinha muita sorte e que ia me ajudar a ficar a sós com as duas, desde que depois eu lhe contasse detalhadamente o que havíamos feito. Depois nos aproximamos dos outros, caminhamos um pouco e fomos tomar sorvete no lugar em que éramos acostumados a ir.

Assim que tive oportunidade conversei com a Carla e falei que meu pai daria um jeito de deixar nós três a sós por algum tempo, que ele era muito bom nisso, e ela ficou muito animada. Depois do sorvete demos uma passada na feirinha de artesanato que existe até hoje e voltamos para o apartamento. Ao chegar, minha mãe sugeriu que jogássemos um pouco de baralho, coisa que ela e meu pai adoram fazer. Apenas minha esposa não concordou, preferiu assistir a um filme que ainda não havia assistido no vídeo cassete ou DVD, não lembro exatamente qual aparelho. Então jogamos por umas duas horas, nesse meio tempo meu pai e minha mãe já estavam tomando um de seus vinhos e a Carla e a Sofia também tomavam o vinho suave delas. O Bruninho tomou umas duas cervejas. Aí meu pai se levantou, foi até a cozinha e voltou dizendo que tinha que ir ao supermercado pois só tinha mais 3 latinhas de cerveja e apenas uma garrafa aberta de vinho suave. Minha mãe prontamente disse que ia com ele, pois adora um supermercado, o Bruninho, embora tenha dito que a gente não precisava comprar mais cerveja por causa dele, também se prontificou a ir, a Carla e a Sofia disseram que não estavam a fim de sair, assim como minha esposa. Aí minha mãe começou uma pequena chantagem emocional com minha esposa e acabou convencendo-a a ir também. E pronto, meu pai já tinha dado o jeitinho dele para ficarmos somente os três em casa. Ao sair, meu pai chegou perto de mim e disse que eu tinha uma hora, que talvez demorasse um pouquinho mais, mas uma hora ele garantia e se acontecesse qualquer imprevisto ele daria um jeito de me avisar, .

Assim que eles saíram, eu fui para a sacada e fiquei acompanhando-os com a vista até dobrarem a esquina, com a Carla e a Sofia do meu lado. Antes mesmo de dobrarem a esquina a Carla já segurava meu pau por dentro do short e a Sofia esfregava seus peitos, ainda de blusa, no meu braço. Logo depois a Sofia me ajudou a tirar o short e o jogou dentro da sala, a seguir pegou no meu pau junto com a Carla, que já estava me punhetando e continuaram juntas a punheta. Eu enfiei uma das mãos por baixo da blusa da Sofia e comecei a acariciar seus peitos e a com a outra mão comecei a alisar a bucetinha da Carla. Eu ainda mal podia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, afinal a menina que parecia tão tímida e recatada mais ou menos um mês antes agora estava tão liberal a ponto de participar de um ménage. A Carla só me surpreendeu pelo fato de querer isso, pois na minha cabeça nem de longe eu pensaria nessa possibilidade, no entanto aquelas surpresas estavam sendo maravilhosas. Ficamos ali por alguns minutos e a seguir entramos na sala. Era início da noite e as luzes dos prédios vizinhos começaram a se acender, denunciando quais apartamentos estavam ocupados. Eu já havia acendido as luzes da sala e da sacada pois sempre gostei de trepar com a luz acesa e completamente nu. Fomos para o sofá de 3 lugares e assim que entramos as duas tiraram também todas as roupas, que colírio aquela visão. Eu me sentei no sofá e logo a Sofia se sentou nas minhas pernas, de frente pra mim, até sua bucetinha molhadinha encostar no meu pau. Ela não permitiu que eu enfiasse o pau logo de cara, ficou apenas esfregando a bucetinha nele, e cada vez ficava mais molhada até que avisou que ia gozar nessa posição, e realmente gozou de maneira divina, com uns gritinhos delicados e suspiros fortes, teve um longo orgasmo.

Logo que a Sofia se sentou nas minhas pernas a Carla se ajoelhou no sofá do meu lado direito, de costas para nós, e começou a bater uma siririca. Quando eu vi isso decidi ajudá-la enfiando o dedo indicador e o dedo médio em sua bucetinha e a ponta do dedão no cuzinho, massageando suavemente até que ela também gozasse, quase junto com a Sofia. Só que a essas alturas as duas tinham gozado e eu ainda não havia comido ninguém, mas a Sofia decidiu resolver isso. Ela ainda estava no meu colo quando a Carla sentou-se do meu lado, pegou no meu pau e começou a lambê-lo, lamber mesmo, não chupar. A seguir ela ficou novamente de joelhos, desta vez de frente para mim, no instante em que eu acariciava os peitos da Sofia, mas com a mão direita comecei a acariciar também os peitos da Carla, depois passei a enfiar os dedos no cuzinho dela, e enquanto fazia isso ela guiou meu pau para a bucetinha da Sofia, pedindo para ir com muito cuidado, lembrando que ela era quase virgem. Demorou um pouco para o pau entrar totalmente na bucetinha da Sofia, mas ela foi fazendo todos os movimentos e controlando as estocadas, enquanto eu fiquei parado, com um pouco de medo de machucá-la, até que o pau entrou todo dentro dela. Ela deu alguns gemidos, como alguém que está com um pouco de dor, mas achei normal porque afinal ela só tinha trepado uma vez na vida, e as duas pediram para que eu me controlasse para não gozar muito rápido. Depois de algumas estocadas, ela saiu de cima de mim, se virou de costas e sentou novamente e disse que agora queria no cuzinho, que achava que ia gostar mais disso. A Carla continuava ajoelhada do meu lado e novamente ajudou a colocar meu pau no cuzinho da Sofia, colaborando com a lubrificação tanto do meu pau quanto do cuzinho da Sofia, lambendo primeiramente o meu pau e depois passando saliva na mão e passando no cuzinho da Sofia. Foi tudo praticamente igual ao que fizemos na bucetinha, ela exerceu todo o controle da penetração, começando lentamente e depois acelerando um pouco, até que senti que estava quase gozando e avisei a elas.

Imediatamente ela saiu de cima de mim e ajoelhou-se do meu lado esquerdo, segurando novamente meu pau junto com a Carla. Eu pedi que cada uma se sentasse em uma de minhas pernas e comecei a alisar os grelinhos delas com as mãos, dessa forma demoraria um pouco mais para gozar. Depois de alguns minutos a Sofia permaneceu como estava mas a Carla se virou e começou a lamber meu pau novamente, mas desta vez lubrificou os dedos e começou a alisar meu cu, enfiando parte do dedo médio, depois passou a enfiar o dedo médio junto com o indicador, mas não totalmente. Aquilo estava me deixando doido, mas depois de algum tempo ela se colocou de quatro no sofá e pediu que eu a comesse por trás. Eu me ajoelhei atrás dela, dei algumas esfregadas e desta vez foi a vez da Sofia guiar meu pau pra dentro do cuzinho da Carla, só que a Sofia não largou meu pau, ficou segurando na parte de trás, perto das bolas e também controlava com delicadeza a velocidade do vai-e-vem, até que eu gozei, e acho que essa foi realmente a melhor gozada da minha vida, pois nunca mais tive oportunidade de fazer um ménage, embora já tenha dado algumas indiretas à minha esposa, dizendo que poderia ser eu, ela e outro homem ou então eu, ela e outra mulher, mas ela nunca mostrou o menor interesse. Assim que eu gozei, eu amoleci em cima da Carla, a abracei e fiquei alguns segundos assim, quando começamos a ouvir alguns aplausos. Nesse instante olhamos pela porta de acesso à sacada e vimos três garotos e uma menina na sacada do prédio em frente, no mesmo apartamento de onde eu e minha mãe fomos flagrados trepando na sala por alguns pré-adolescentes alguns meses antes. As luzes todas apagadas, mas dava pra ver pela iluminação da rua que a menina e dois dos garotos aparentavam ter uns 12 a 13 anos, talvez fossem os mesmos que flagraram eu e minha mãe, e o outro aparentava ser um pouco mais velho, talvez uns 17 ou 18 anos. A Sofia pegou suas roupas e correu para o quarto para se vestir e a Carla e eu nos vestimos ali mesmo pois notamos que os três garotos também haviam voltado para dentro de seu apartamento depois de assistir ao “show”.

Depois disso eu e a Carla também fomos para o quarto onde a Sofia já estava, nos deitamos os três na cama de casal, eu pedi para elas tirarem pelo menos as blusas para eu poder admirar um pouco mais seus lindos peitos, elas concordaram, mas tiraram toda a roupa e começamos a conversar, abraçados, eu no meio das duas, me sentindo um rei, e mais uma vez eu fui surpreendido por elas. Elas disseram que haviam planejado isso logo depois que voltaram de Campos do Jordão. Como eu disse, eu acreditava que a Sofia era virgem até a semana anterior, mas as surpresas continuaram. Ela falou que na verdade acabara de perder a virgindade vaginal comigo momentos antes, já tinha dado o cuzinho para um namorado mas achava que a buceta poderia aguardar uma ocasião melhor, com um homem mais maduro, o que me fez lembrar da minha prima Maria Lúcia, que estava noiva mas quis que eu tirasse o seu cabaço alegando a mesma coisa, mas ambas acharam melhor não me falar nada antes para não criar mais expectativas ou me deixar com mais tesão ainda pois queriam que eu demorasse para gozar. Contaram também que a única coisa parecida com isso que já haviam feito foi quando crianças, quando tinham uns 9 ou 10 anos, brincando de papai e mamãe com outros meninos da mesma idade tiveram relações sexuais com eles no mesmo quarto, completamente nus, mas isso era coisa de criança. Fiquei imaginando a cena e lembrando da minha infância, quando também tive esse tipo de relações sexuais com algumas meninas da minha idade, mas principalmente com meninos, o famoso troca-troca brasileiro, ou a foda portuguesa. Depois também falaram que mantinham um relacionamento lésbico desde essa idade, mas que na verdade as duas preferiam homens, enfim, estava sendo uma conversa extremamente erótica e muito agradável.

Falamos também sobre minha esposa. As duas declararam que a acharam linda, sexy e muito simpática, que se ela topasse poderíamos fazer tudo o que fizemos os quatro juntos, quem sabe até o Bruninho participaria, mas eu disse que ela jamais concordaria com isso, que para ela nudez era totalmente diferente de sexo, ela não tinha problemas com nudez, mas sexo para ela sempre seria uma coisa íntima, para ser praticada a dois. Aí a Carla disse que contou para o Bruninho o que nós tínhamos feito em Campos do Jordão e ele lhe disse que também tinha comido minha esposa mais de uma vez naquele final de semana. Eu falei que acreditava nele, até porque minha esposa sempre me falou que até casarmos preferia se relacionar com rapazes mais jovens do que ela. Assim, mesmo com uma ponta de ciúme, declarei que na verdade eu não me importava muito com isso, eu realmente sempre achei que nosso relacionamento poderia ser melhor se ela concordasse com um ménage ou swing, mas já que ela prefere somente a dois, que assim seja, isso nunca será motivo para grandes problemas no nosso relacionamento. Na verdade, logo que nos casamos eu via que ela se insinuava na cara dura para outros homens, mas eu achava que era só para provocá-los, até que descobri – praticamente vi -, um amigo comendo ela no fundo de nosso quintal (já contei isso em outra história) e a partir daí passei a ter certeza que ela tinha relações sexuais com outros.

A certa altura a Sofia se sentou em cima de mim, me deu um beijo na boca me fazendo pensar que queria mais, mas na verdade fez isso apenas para mudar para o outro lado. Ela se deitou atrás da Carla, que estava com uma das pernas em cima das minhas pernas e começava a alisar meu pau enquanto conversávamos, assim que se ajeitou ela também pegou meu pau junto com a Carla e ambas começaram a me bater uma punhetinha, me animando novamente, mas logo depois ela soltou meu pau e começou a alisar os peitos da Carla, com muita delicadeza, no mesmo instante a Carla, com a mão disponível começou a alisar o grelinho da Sofia que se contorcia esfregando os peitos nas costas da Carla até que ela se virou para cima e deu um lindo beijo na boca da Sofia, sem largar do meu pau. A Sofia passou a chupar os peitos da Carla e a alisar o grelinho da sua bucetinha com a mão, eu estava com o braço embaixo da cabeça da Carla e nessa posição eu conseguia alisar os peitos da Sofia, mas me ajeitei para ficar de lado para elas e com a outra mão também comecei a alisar o grelinho da Carla, deixando de alisar os peitos da Sofia. Então eu me sentei encostado com a cabeceira da cama e puxei delicadamente uma das pernas da Carla para cima das minhas pernas deixando-a de pernas abertas, o que facilitava o acesso à sua bucetinha e também ao cuzinho. Assim que fiz isso a Sofia foi lambendo a Carla de cima pra baixo até chegar à buceta, onde permaneceu alguns instantes lambendo o grelinho, sempre com muita delicadeza, depois enfiando a língua dentro da buceta, de onde voltava para o grelinho e em determinado momento enfiou dois dedos na bucetinha da Carla e fez alguns movimentos suaves, depois que os tirou, voltou a lamber o grelinho e enfiou os dedos no cuzinho, para meu delírio e também da Carla.

Eu não aguentava mais ver aquilo e quase não participar, então me desloquei para trás da Sofia, de joelhos, e comecei a esfregar meu pau na bucetinha ensopada dela, primeiro no grelinho, depois na parte de cima, dentro dos lábios da buceta, alcançando a entrada do cuzinho, mas ela pediu para ainda não enfiar. Continuei assim mais uns instantes, até que ela se sentou com a buceta exatamente em cima da buceta da Carla, que logicamente também estava ensopada, trançou suas pernas nas pernas dela e começaram a se esfregar. Então eu fiquei de pé de frente para a Sofia e comecei a encostar meu pau em seu rosto, ela o pegou com uma das mãos e conduziu até a boca, e eu descobri que para quem até momentos atrás ainda era virgem, ela chupava com maestria. Ficamos nessa posição alguns minutos até que ambas acelerarm o ritmo e gozaram. Eu também quase gozei só de ver a cena, mas ainda queria mais. Assim que elas gozaram a Carla pediu para eu esperar alguns instantes antes de continuarmos, mas a Sofia continuava chupando meu pau e eu já estava quase gozando. De repente ela soltou meu pau e se deitou ao lado da Carla, me deixando por alguns segundos sem saber o que fazer, mas ela logo tratou de esclarecer: queria que eu a comesse na posição papai e mamãe. Como eu já estava com o pau latejando, me posicionei sobre ela e comecei a tentar enfiar o pau na sua bucetinha, com um pouco de medo de ela por alguma razão não gostar, afinal era quase virgem ainda, mas a Carla resolveu ajudar novamente. Ela se ajoelhou ao nosso lado, pegou meu pau e ajudou a enfiar, devagarinho, na bucetinha da Sofia. Assim que enfiei o pau totalmente comecei a dar umas estocadas leves, mas aí foi a vez da Carla ditar o ritmo. Ela enfiou a mão entre meu cu e meu saco, deixando dois dedos de cada lado do saco e o dedão para cima, dessa forma ela fazia uma leve pressão para determinar o ritmo e a força da estocada. Após alguns instantes ela chupou o próprio dedão dessa mão, deu uma pequena cuspida na entrada do meu cu e começou a introduzir a ponta do dedão nele o que me fez gozar em menos de 2 minutos.

A seguir nos vestimos e ficamos aguardando o retorno de meus pais, minha esposa e do Bruninho, pois já fazia quase uma hora que haviam saído. E eles retornaram, pouco mais de uma hora após terem saído, como meu pai havia prometido. O que aconteceu depois e também entre o domingo e segunda-feira de mad**gada fica para outra história, pois esta acabou ficando longa demais e aconteceu muita coisa entre a noite de sábado e segunda-feira de mad**gada.