Brunette

Tia Beth e o café com meu leite
Termino de separar a papelada que vou jogar fora, coloco tudo em grandes sacos de lixo e carrego para a garagem. Deixo separado o pouco que ainda quero guardar, claro entre eles estão as fotos, mais do que me lembrava e entre elas as da Beth.

Até que tenho muitas, numa ou noutra aparecemos juntos, nunca demos na cara.

Volto a examinar o rosto e o riso dessa mulher magnífica, vem à mente o segundo encontro, não posso resumi-lo num único conto é pouco para descrever tudo que se passou naquele dia. Aquela mulher merece, merece mais consideração por quem aprendeu tanto com ela num só dia.

Ajeito na cadeira porque só de pensar o cacete volta a crescer na virilha, aliso esse tarado reto que tenho entre as pernas. Não resisto abro o zíper, exponho, aliso a ponta e o prazer afaga o ego.

A memória volta no tempo e repasso o dia maravilhoso, inesquecível dia.

….

Voltei a ver tia Beth duas semanas depois visitando minha mãe.

Cheguei da escola no final da manhã e lá estava, elegante num vestido que mais parecia um quadro moderno com desenhos geométricos em tons de azul calçava num salto alto branco, o conjunto a deixava admirável.

As duas falavam das irmãs, problemas com os maridos e os filhos, cumprimentei, cumprimentamos como se nada tivesse ocorrido, apesar de um desconforto meu.

Fui ao quarto deixar a mochila, trocar de roupa.

Mas antes de sair minha mãe chama:

– Dan, sua tia quer falar com você?

Saio apressado, o coração bate apertado, o pensamento voa: “Meus Deus será que ela falou, insinuou alguma coisa?”

– Sim? – pergunto num fio de voz.

– Sua tia quer saber se sábado pode ir ajudá-la.

Beth completa:

– Elton e os meninos vão ao sítio e eu fiquei de arrumar um armário de livros que está me deixando de cabelos em pé só de olhar aquela bagunça.

Fala rindo e balançando a cabeça.

Cruzo os olhos daquela mulher fascinante, estonteante ainda mais depois do que nos aconteceu dias antes – o pau reage rápido mais que a fala, acho que ela percebe. Não sei de onde lhe vem o sangue frio.

– Posso sim, que horas?

– Lá pelas nove, toma café comigo e passamos o dia arrumando tudo.

– O dia! Será preciso tanto, só um armário?

Pergunta minha mãe preocupada com os meus deveres na escola.

– Eu, eu tô em dia se preciso for estudo na sexta.

– Que isso menina é só um dia, talvez no meio da tarde terminemos tudo.

Fala Beth num ar de troça, minha mãe ainda duvida:

– É aquele armário no quarto de estudo?

– Esse mesmo.

– Mas ele não é tão grande, vocês terminam antes do almoço.

– Que nada Sil você não sabe o mundaréu de livros que guardamos ali.

– Tá bom, então Dan vai para você no sábado se der volta mais cedo.

Concordo com um sorriso, minha tia faz o mesmo me olhando fundo, num relance, o pinto volta reagir ao comando daquele olhar indecente que ela tem.

Chego antes das nove, chamo o interfone, demora pouco, sem perguntar ela libera a trava e o portão abre, só então ouço sua voz num tom metálico:

– Estou na piscina, vem…

Entro, desço escadas, atravesso um salão e a vejo sentada perto de uma mesa redonda com tampo de vidro, de frente para a enorme piscina onde o sol começa a iluminar a água. Está sentada num sofá de ferro com encostos em couro verde

Sem jeito coloco meus dedos no seu ombro.

– Oi tia.

– Oi querido, que bom que veio, dormiu bem?

Sento ao lado.

– Dormi, porque?

– Vai ser um dia muuuito trabalhoso o de hoje.

Fala com um sorriso maroto seus olhos brilham. Estende uma fatia de torrada mordida, fico sem jeito, mordo um pedaço. Enquanto mastigo ela passa os dedos na minha face, alisa com a ponta dos dedos e fala:

– É menino tá quase moço, quase homem, te vi nascer e agora…

Envergonhado, paro, ela observa e ri do meu sem jeito.

– Bobagem, é da natureza os meninos sonham com mulheres maduras. Se sentem mais seguros eu acho. Pra nós é divertimento a parte, da tesão saber que nos acham gostosas. Não fica assim.

– É que a senhora é minha tia. – engasgo com o farelo da torrada, tusso.

– E daí quantos não se iniciam com as tias, meu marido mesmo confessou um dia que bolinou uma tia gostosona. Até as putas são chamadas ‘tias’, não são?

Nunca relacionei o fato. Movo a cabeça num sim enquanto mastigo o que ainda resta na boca. Só então observo que ela veste um robe verde claro curto, suas pernas estão dobradas sobre o sofá que sentamos isso deixa as coxas grandes mais expostas, desejáveis e ainda tem a saliência dos bicos duros por trás do pano acetinado, faz meu olhar ficar paralisado no que admiro.

Ela percebe. Aproxima o rosto e sussurra ao pé do ouvido:

– Gosta da paisagem meu bem…

Mexe o rosto suavemente contra o meu, num roçar, tocar de peles, um carinho suave que nunca tive, é quando percebo que a mão me acaricia a coxa.

Nos beijamos, sua língua como antes me invade a boca menos atrevida, faço o mesmo…, a mão tateia passeia pela coxa, chega na virilha até que os dedos tocam o centro nervoso do meu corpo. Ela segura o falo firme forte, o membro fica grande dentro da torturante prisão que se tornou o calção.

Meu coração bate descompassado, ela me acalma colocando a mão no ombro.

Descolamos…, ela deita a cabeça no meu peito, eu aliso seus cabelos.

– Fica calmo menino lindo, vai ser tudo de bom. Não tem pecado, a gente quer, a gente pode…, a gente faz…

Gargalha num riso sensual.

Olhamos a paisagem cada vez mais iluminada. Ao fundo vejo belas casas distribuídas ao longo de um morro. A vista é linda, só perde para a beleza da mulher que me segura o pau.

– Tira.

– O que?

– Tira o calção deixa eu ver, ainda não vi suas vergonhas como dizem.

– Mas…, alguém pode nos ver. Tem alguém em casa?

– Se tivesse eu estaria assim com você? Que bobagem.

Lembrei do beijo, naquele dia havia e mesmo assim fizemos.

Desamarro os cadarços, retiro o tênis, removo o calção sem levantar. Ela ri do meu jeito de me revelar. Fico com a camiseta estampada, mas o pênis liberto do calção volta rápido a prisão, agora na mão de Beth, faz isso enquanto bebe uma xícara de café.

Sinto o perfume do que bebe, ela começa a trabalhar o membro faz com jeito, faz gostoso. Massageia o corpo, mas dá atenção a glande, a cabeça arroxeada do meu pau.

– Tá gostoso?

Respondo um sim encostado ao seu ouvido.

– Levei anos para aprender como satisfazer um homem, as menininhas de hoje nem tem ideia de que isso é uma arte, só sabem abrir as pernas e fechar os olhos.

– Fazem isso?

Sua mão esmaga o pinto, sinto uma dor tão gostosa quanto a massagem que fazia.

– Sou mesmo sua primeira então? Desconfiava.

Gargalha e mexe no cabelo a ajeitá-lo.

– Que bom, mais um motivo para tratá-lo com carinho e atenção. Se é assim posso te ensinar o que precisa para agradar essas meninas que se acham, mas não sabem nada de como gozar com um homem.

Volta a massagem da glande alisando o ponto central entre a cabeça e o corpo, girando os dedos ao mesmo tempo sem esquecer as bolas, vou ficando duro firme. Ela volta a beber da xícara em goles curtos, de vez em quando ergue os olhos a me observar o rosto.

Vou abrindo as pernas sem dar conta, em certo momento busco a boca ela entende, deixa a xícara na mesa e ergue o suficiente para que os lábios se encontrem, nossas línguas desinibidas se buscam, exploram, ao mesmo tempo que o pau lateja, molha a mão dessa mulher incrível que me toca.

É momento extasiante, surpreendente, parece um sonho um paraíso do desejo. Tenho um mulherão nas mãos e não sei o que ela viu em mim, só mostrei a vontade o tesão que lhe tinha pelo olhar.

Antes que eu aconteça, ela interrompe:

– Espera, não.

– Que foi?

– Lembrei de uma coisa que uma amiga me fez experimentar um dia, estávamos tomando café quando ela ofereceu um pequeno frasco…

Faz o gesto mostrando o tamanho do recipiente.

– … Experimenta ela disse, não era muito dividimos. Misturei e achei um sabor especial, o que é? Perguntei intrigada. É porra, cê acredita. Fiquei surpresa…

Rindo continua os movimentos no pau o suficiente para me manter aceso.

– … Seu marido? Perguntei. Não é a porra do meu sobrinho…

Ri, gargalha, rimos do inesperado trocadilho.

– … Porra do meu sobrinho. Cê acredita, foi isso que falou. Na hora nem dei conta só mais tarde tive um acesso de riso. Gostei da mistura do café com a porra do garoto que ela comia, pena que foi pouco. Fiquei com gosto de quero mais.

– Nunca fez com o tio?

– Seu tio gosta de outras coisas, como essas faço com outros.

– Como eu?

– Não você é o primeiro sobrinho que pego pra criar, já tive uns poucos homens. O bastante para me arejar a mente e aliviar o corpo.

Volta a aumentar os movimentos no pênis.

– Quero experimentar o seu. Faz pra mim.

Diz isso me olhando com aqueles olhos castanhos, hipnotizantes olhos grandes.

– Fica de pé.

– Mas podem ver nas casas aí a frente?

– Ninguém consegue, garanto.

Fico meio encolhido, apoiando o joelho no estofado verde. Ela enche meia xícara com um café fumegante, aproxima o suficiente e bate…, bate com intensidade, desejo, vontade. Move os dedos pelo membro quente, duro, firme.

Aconteço, sem controle, sinto um leve tremor nas pernas antes de lançar o leite desejado, espirro fora, mas a maior parte vai para a xícara depois que ela move a mangueira que tem nas mãos.

– Para, para, chega. Tá bom, mais estraga. – ela manda.

Termino, sinto um cansaço gostoso, mesmo amolecendo ela ainda me segura o membro, as últimas gotas ela colhe com a borda da xícara.

Balança a xícara a esfriar o café ao mesmo tempo que mistura os líquidos.

Bebe um pouco, não gosta.

– Forte.

Olha debaixo para cima rindo linda, sedutora, estica o membro e mistura o café e o leite que saiu de mim. Sinto o calor da xícara que molha o pau meio flácido. Acostumo gosto do que sinto, são sensações novas revigorantes, reveladoras.

– Minha amiga fez assim com o sobrinho.

Ela para, vejo seus olhos enquanto a boca me lambe a ponta da pica que goteja. Suga com força, chupa, beija. O olhar dela mais que a chupada me reacende o fogo.

– Agora sim, ficou no ponto.

Volta a beber em goles curtos…

– Gostei, tem um buque essa mistura de café com porra e o gosto do seu pau.

Estala a língua enquanto bebe.

– Bebe, prova um pouco.

Sento bebo…, não gosto. Ela adora.

Continuação do texto: Tia Beth e o primeiro beijo

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