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POR CURIOSIDADE, ACABEI ME DANDO MAL
“Começo me apresentando meu nome é Leonardo e minha esposa se chama Júlia. Tenho 32 anos e ela 29. Vou, rapidamente, descrevê-la: Loira, tem 1m66, 55 kg, olhos escuros, cabelos até um pouco para baixo, do meio das costas, seios lindos, na medida certa, pernas e bunda bem trabalhados devido ao tempo gasto na academia.

Atualmente, estamos morando no Interior do Rio Grande do Sul, namoramos desde novos, e somos casados há 5 anos, comigo sempre sendo o único homem com quem ela tinha ficado.

Sempre tive vontade de conhecer uma dessas casas de swing. Admito que a vontade de ver o local foi maior que o medo de qualquer coisa que pudesse acontecer ali e a ideia de ser traído por Júlia era completamente inimaginável para mim, visto que ela sempre foi completamente fiel.

Para ser sincero, em alguns momentos, ela era até pouco interessada em sexo.

Então, resolvi convencê-la a vir comigo na próxima viagem de final de ano a São Paulo e ir a uma dessas casas.

De fato, arrastei-a a tira colo, já que ela por si, não tinha nenhum interesse e me achava até meio doido com aquela atitude. Chegou a dizer que eu não tinha mais interesse nela e que por isso lhe propunha aquela maluquice.

No hotel, enquanto se arrumava ela perguntou que tipo de roupa deveria usar, e parecia indecisa e até mesmo, nervosa, como se fosse ir em um encontro com um namorado novo!

Respondi:

-Amor, vista algo sexy, algo que também, possa ser confortável.

Ela escolheu um vestido verde escuro, bem leve curto, com os ombros e as costas de fora. Prendeu o cabelo, colocou um bom perfume e estava lindíssima.

Pegamos um taxi, quando disse o endereço o taxista não pode deixar de expressar um sorriso.

Chegando à casa e, antes de entrarmos, ela me segurou o braço forte:

-Olha aqui ó, não vai aprontar nada viu? Nós só vamos olhar! Não é para fazer nada, tá entendendo?

Disse isso, me olhando fixamente.

-Claro, amor, tá combinado!

Respondi.

Entramos!

O local era muito sofisticado, com vários ambientes. Fomos conduzidos por uma anfitriã, que nos levou até uma mesa próxima do palco onde seriam feitos os shows.

A casa não estava muito cheia ainda, porquê ainda era cedo.

Havia alguns casais sentados em outras mesas conversando. Podia sentir a mão de Júlia tremendo e notei que ela estava nervosa. Olhava para os lados sem parar, talvez com medo de ser reconhecida por algum conhecido, algo que era praticamente impossível.

Um garçom veio e começou a servir um champagne. Imediatamente disse que eu não havia pedido, o garçom respondeu que o champagne era uma cortesia de outro convidado, apontando um homem que aparentava uns 45 anos, cabelos grisalhos, uma barba por fazer, com cara de mal e um pouco de barriga.

Ele olhou para nós e fez um meneio com a cabeça. Cumprimentei e agradeci. Não sabia na hora o quão caro aquela champagne iria me custar.

Alguns goles depois ele se aproximou e perguntou se era nossa primeira vez no clube.

Respondi que sim e que éramos do Rio grande do sul.

Ele olhando diretamente nos olhos da minha esposa, disse:

-Você só poderia ser gaúcha mesmo, linda do jeito que você é!

Se sentou sem pedir permissão.

Meu braço por cima de Júlia, a fazia se sentir segura no ambiente.

Ele se apresentou como Antônio, dono de uma empresa de advocacia em São Paulo.

Rapidamente entrosamos uma conversa, explicando o que fazíamos.

Quando a Júlia disse que era médica, pude ver os olhos dele brilhando e ele perguntou por que tínhamos vindo ao clube.

Os dois juntos respondemos:

-Simples curiosidade, apenas!

Ele sorriu meio que ironicamente.

Júlia perguntou:

-E você, porque que vem aqui?

-Gosto de dominar casais mais jovens, respondeu ele.

-Como?

(Risos)

Tanto eu quanto Júlia, ficamos chocados.

– Isso mesmo, gosto de fazer com que casais jovens me obedeçam completamente e façam coisas que jamais fariam sozinhos.

Júlia cochichou em meu ouvido:

-É doido, qual é a mulher casada que ficaria com esse barrigudo?

(Risos).

Mas ela perguntou:

– E você, tem tido muito sucesso?

(Risos)

– Ah sim, hoje em dia eu só fodo mulheres casadas, na frente de seus corninhos obviamente, e muitos casais gostam disso e eu, então, os domino completamente!

A Júlia apertou minha mão discretamente e bebeu um gole a mais de champagne.

Sabia que com ele não teria perigo, Júlia odeia advogados.

O show começou, e alguns casais seminus dançavam e se tocavam, fazendo o clima da casa esquentar.

Antônio continuava conversando e minha esposa já estava mais à vontade, acredito que devido as bebidas e ao show.

Ele procurava me deixar por fora da conversa e sempre que a Júlia ia falar algo comigo, ele puxava a atenção dela para ele, e sussurrava algumas coisas no ouvido dela e ela ria, o que já estava até me deixando com ciúmes.

De repente, Júlia levanta, pede licença e se dirige à toalete. O Antônio me olha e diz

-Deliciosa, a sua mulher.

Ele fazia meus ciúmes aumentarem, portanto, só respondi:

-Obrigado, mas é minha.

Ele ri e me pergunta que horas são:

– 23h00

Respondi rápido.

– Deixa eu te dar uma dica: É melhor vocês saírem quando ela voltar, se não, ainda antes da meia noite, eu vou fazê-la tirar a calcinha aqui mesmo, depois fodo um pouco a boca dela e depois vou come-la em cima dessa mesinha redonda. Disse isso, me olhando fixamente.

Eu ri.

–Você está doido Antônio, duvido que você consiga. Ela é fiel, demorou mais de dois meses de namoro, para chupar o meu pau, pô!

Ele riu e disse:

-Bom eu te avisei, depois que tiver uma fila para foder a cadelinha da sua esposa, não reclame.

Na hora, fiquei sério!

Quando ela voltou, disse no meu ouvido:

– Nunca fui tão assediada, numa ida ao banheiro…

Eu apenas ri, mas já estava ficando desconcertado com aquele sujeito, ele parecia tão seguro do que dizia.

Falei no ouvido dela:

– Quem sabe, não vamos embora?

-Agora não amor, eu acho aqui está ficando bom!

Respondeu ela.

Passado um tempo, avisei que era minha vez de precisar ir ao banheiro.

Antônio disse:

– Pode deixar, vou mantê-la ocupada.

Pensei em não ir, mas decidi testar a Júlia.

No retorno, o braço de Antônio já estava em volta dos ombros da minha mulher e eles conversavam animadamente.

Pude notar uma mão dele no joelho dela.

Eu não tinha mais como tirar o braço dele dali, sem parecer indelicado e minha esposa parecia não se importar.

Sentei-me.

O show continuava e eu podia ver alguns casais ao lado já se trocando.

Em meu ouvido ela disse:

-Adorei esse lugar, e o Antônio é bem divertido!

Eu podia ver a mão dele deslizando nas costas nuas da Ju e ela não reclamava de nada.

Comecei a ficar preocupado e disse:

-Melhor nós irmos, Ju, está ficando tarde

Eu disse me levantando.

-Que isso cara, faz assim, vai lá buscar mais uma champagne para nós, deixa que eu cuido dessa sua esposa.

Olhei para ela, que me olhou com ar de pidona, dizendo que queria beber mais um pouco.

– Vai logo, que eu tô mandando, porra!

Ele falou.

Levantei-me e fui procurar um garçom para conseguir a bebida. Estava quase saindo, ele ainda disse:

– Não esquece de uns salgadinhos.

Ele disse rindo e passando os braços no ombro de Júlia.

Demoraram uns 5 minutos até eu conseguir encontrar um garçom, o lugar já estava cheio.

Quando voltei à mesa, a Júlia estava sentada quase grudada nele. Senti que algo tinha acontecido.

Olhei para ela, Antônio levanta a mão e coloca a calcinha dela em cima da mesa!

Eu olhei para ela com um olhar pasmado e ela, sem graça, disse que tinha perdido uma aposta.

By Submisso”