Ass

Obrigada amiga
– Olha, olha está a chegar o Sérgio, aquele de que te falava, lembras-te? Vais adorar conhecê-lo, disse-me a Diana.
– Sim, lembro-me, respondi eu.
O tal Sérgio tinha sido em tempos instrutor de ginásio da Diana, que lhe dava também umas aulas particulares externas, e, pelo que ela me contava, era um deus na cama, para além de fisicamente ser perfeito.
Estávamos as duas, naquela noite, inseridas num grupo de amigos sentados ao redor de uma mesa de um bar. Um encontro de rotina, para falarmos, dar novidades, etc. Eu estava um pouco desligada, não é que estivesse aborrecida, mas também não pensava em ter uma noite memorável.
A Diana esperou um pouco para o deixar ambientar-se e foi ter com ele ao balcão. Aí pus-me a admirá-lo, realmente tinha um corpo magnífico, alto, forte e musculado, fisicamente era um sonho. Passado uns minutos a minha amiga dirigiu-o para outra mesa fazendo sinal para eu me juntar a eles. Cumprimentei-o e nós os três falamos alegremente sobre vários assuntos. Fiquei a saber que o Sérgio tinha 30 anos (eu tinha 32 na altura), que trabalhava noutro ginásio do qual era sócio e que para além disso também jogava basket. Pouco depois chegou um amigo do Sérgio, também tinha boa figura, mas não olhei muito para ele apesar de se ter vindo sentar connosco, eu já não tirava os olhos daquele macho que tinha ao meu lado. Estava mesmo a ser descarada, elogiava-lhe o corpo, o sorriso, a simpatia, suspirava, queria ter aquele macho só para mim. Isso mesmo ele percebeu e disse-me ao ouvido:
– Vamos para outro sítio, para onde queres ir?
– Vamos lá para fora, depois já vemos para onde vamos, respondi eu.
Saímos, dirigimo-nos para um parque de estacionamento que havia perto, eu saltei-lhe para o colo, abraçando-o com os braços e as pernas, e começamo-nos a beijar ardentemente. Disse que lhe queria fazer um broche e fomos para uma esquina mais escondida. Ele tirou o pau para fora, que bonito caralho ele tinha, ainda não estava completamente teso, mas já tinha umas dimensões generosas. Ajoelhei-me e comecei a mamá-lo. Endureceu logo “oh grande caralho”, pensei. Deu-me muito prazer fazer aquele broche, babei aquele pau todinho, veio-se na minha boca e deixei-o bem limpinho quando terminei.
Ficamos naquele parque, fomos para um sítio que tinha uma vista ampla. Apoiei-me com os braços num muro e o Sérgio ficou ao me lado abraçando-me.
– Como é que te vou agradecer por este momento? perguntou ele já com uma mão no meu cu.
Não respondi, só abri um pouco as pernas e senti logo a mão a acariciar-me a cona por cima das calças. Eu estava molhada e ele sabia-o. Comecei a suspirar, aquele gajo era fabuloso, desapertou as calças, baixou-as um pouco até conseguir ter acesso, desviou a cuequinha para o lado e enfiou-me um dedo. Não me preocupei se alguém poderia estar a ter uma vista privilegiada do meu cu porque aquele dedo não deixava, fui ali fodida firmemente por um dedo médio até me vir entre gemidos.
– Não te vais embora, pois não, quero mais, disse eu enquanto apertava as calças.
– Claro que não, achas que te vou deixar sem chupar essas mamas e foder essa coninha linda?
Fomos no carro dele para um sítio seguro, saltamos logo para o banco de trás. Ele despiu-me toda e logo começou a chupar as minhas mamas enquanto me esfregava a cona. Ainda me lambeu a cona durante uns instantes mas eu queria outra coisa, então despi-o, chupei-o até estar rijo, disse-lhe para se sentar e cavalguei-o. Era tão bom ter aquela piça dentro de mim que menos de dois minutos depois já me estava a vir:
– Oh caralhão, oh gajo bom, oh que me estou a vir oh.
Deitei-me no banco com as pernas bem abertas, ele veio logo enterrar-se, que bem ele fodia. Que bom era sentir aquele corpo nu contra o meu. Pouco demorei até começar a gemer outra vez:
– Ah fodilhão, oh que bem fodes, era assim que fodias a Diana?
Ele só se riu e acelerou o ritmo, aí já eu estava nas nuvens, que estocadas ele me dava, eu gemia e gritava. Ele fartou-se de me foder naquela posição e disse que me queria foder à canzana. Lá me posicionei e a partir dali foram só estocadas fortes e rápidas, vim-me aos berros e depois ele veio-se também depositando aquele esperma saboroso na minha cona saciada.
Ficamos algum tempo a recuperar forças entre abraços e beijos e depois ele levou-me até ao parque onde eu tinha o meu carro e depois fui para casa porque já só precisava de um banho.
Que grande noite esta, a partir dali a minha relação de amizade com a Diana ficou mais fortalecida.