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Entra
– Entra!
– Deixa-te, agora és meu, sou eu que mando!
– Sim patroa!
– Senta-te, e despe-te!
Enquanto me olhas fixamente eu vou tirando a roupa, e descalçando-me, camisa, calças, meias, cuecas tudo atirado para cima da cadeira que está ao lado da cama.
– Deita-me!
De pés no chão deito-me de costas sobre a cama e olho o teto esperando que as tuas mãos me toquem, anseio pelo toque delas, seja carinhoso, delicado ou seja energético e poderoso. Na minha cabeça passam inúmeras imagens de situações onde tu tens o poder de escolher o prazer que me queres dar e que queres ter.
Estou ali indefeso, perante ti, vestida de negro com uma saia justa e uma blusa preta transparente que mostra o teu peito guardado num belíssimo corpete também negro.
Os teus cabelos tocam nas minha pernas enquanto eu ainda espero o toque das tuas mãos.
Poucos segundos depois sinto as tuas mãos a afastarem as minhas pernas, delicadamente passas as mãos da minha barriga em direcção aos meus joelhos, acabando por me abrires as pernas afastando os joelhos.
– Olha para mim!
Eu embora deitado olho para ti sobre a minha barriga, tu levantas a saia e puxas as meias de liga pretas que tens vestidas, enquanto revelas as tuas cuecas pretas.
Tiras lentamente uma meia e depois a outra enquanto eu esforçadamente espreito na expectativa de ver para além do usual.
Baixas ajoelhas-te e eu de pernas abertas aguardo novamente o teu toque, mas sou retribuído com as tuas meias que esticadas passas nas minhas pernas e depois envolta da minha piça e dos meus tomates, vais enroscando até transformares a minha piça e os meus tomates num bouquet. Dás um nó delicadamente.
– Levanta-te!
Eu junto as pernas e levanto-me.
– Gostas do ramo? Agora põem-te de joelhos em cima da cama virado para mim.
Eu assim faço, depois de estar de joelhos em cima da cama tu voltas a subir a saia, expões a tua cona completamente depilada através das cuecas de renda quase transparentes.
Agarras na minha cabeça e puxa-la contra a tua cona.
– Lambe!
Eu coloco a língua de fora. O meu nariz sente o odor de uma cona deliciosa, quando a língua toca nas tuas cuecas sinto-as um pouco molhadas. Vejo os pequenos lábios contra o tecido e isso ainda me deixa mais excitado.
A pressão da tua mão contra o meu cachaço impede-me se tirar o nariz do teu grelo.
– Para!
Eu paro de lamber e fico na exacta posição que a tua mão me impõe.
As tuas mãos aproximam-se da tuas ancas, estás com a tua cona totalmente exposta, baixas as cuecas que vejo descer lentamente.
Vejo as tuas cuecas passar pelos teus tacões, e com a mão esquerda aproxima-las da tua cona e esfregas nela como se estivesses a limpa-la.
Aproximas as cuecas da minha cara e dás-mas a cheirar, não fosse a minha piça e os meus tomates estarem num molho seria fácil encontrar-me mais duro que um ferro.

– Põem-te de pé!
Eu desço a baixo da cama e fico de pé à tua frente.
– veste-as! Ordenas tu enquanto seguras as tuas cuecas na ponta dos dedos.
Eu sigo as tuas ordens mas as tuas cuecas são apertadas e o bouquet fica um pouco apertado, dificultando a tarefa. Depois de tudo acomodado, olhas com admiração para mim.
– Vira-te! Tens um rabo jeitoso! Enquanto dizes isto apalpas-me a nádega e apertas-me contra ti, sem qualquer resistência da minha parte.
– Volta-te que eu tenho de ter esse rabo gostoso!
Eu coloco-me de joelhos novamente em cima da cama e fico à espera do teu toque ou das tuas palavras.
Sinto as tuas mãos a acariciarem-me as nádegas, passas os dedos pelo meu rabo sentido a pressão e o macio do cetim delas, que por não serem fio dental apertam ainda mais as nadegas. Afasta-as para o lado e sinto a tua língua húmida a percorrer o meu rêgo, paras no meu cu, que cuidadosamente acaricias com a língua. Sinto uma enorme tesão o bouquet, está a potenciar ainda mais essa excitação, embora sem possibilidade de me tocar, sinto a ponta da minha piça húmida!
Continuas a agarrar as minhas nádegas que afastas com parcimónia. Eu respiro fundo gemo, deixo-me arrastar naquele doce prazer.
Por momentos abandonas-me e uns segundos depois sinto um liquido frio a tocar-me no cu, é lubrificante, os teus dedos passam para um lado e para outro, metes um dedo dentro, bem fundo.
– Deita-te de costas!
Eu obedientemente deito-me de costas, tu ergues-me as pernas. E sem tirares os olhos de mim, procuras com os teus dedos o meu cu. Tens um Strap-on à cintura, tiraste a saia e a blusa, apenas soutien, saltos altos e o strap-on, vejo-te poderosa! Os teus lábios com batom vermelho acentuam ainda mais esse poder sexual que tu exerces sobre mim.
Estou rendido a ti, a tua imagem é de tal modo poderosa que a excitação daquele momento seca a minha garganta. Eu estou ali debaixo de ti, esperando por ti, pelo prazer que posso receber e que te posso dar.
Tu estás luminosa, o teu rosto embora atento, parece excitado!
– Levanta as pernas!
Eu levanto as penas ficando com os joelhos perto da minha cara, tu colocas um pouco de lubrificante na ponta do dildo e no meu cu. Apontas a piça de plástico e lentamente vou sentindo-a a entrar dentro de mim. As sensações percorrem a minha barriga, o desejo de ser comido por ti excita-me aquele é o momento, em que tu me comes e eu sou comido. Tu preocupas-te comigo, queres dar-me prazer. Sinto-te dentro de mim, aquele vibrador é parte de ti, tanto nos movimentos que fazes, como nas sensações que provocas, no ímpeto que conferes a cada uma das estocadas. Sinto-me quente, bem como aquela piça dentro de mim me aquece. Os meus tomates e a minha piça afastados do cu pelas tuas meias estão comprimios dentro das tuas cuecas. Sinto a minha piça húmida, sinto-te a vibrar dentro de mim, os teus olhos explodem de prazer bem como os meus gemidos!
Oiço-te gemer também, o teu esforço é notório.
– Queres que te c*** o cu? Queres ser a minha putinha!
– Sim quero minha Puta-Patroa! Digo eu amiúde de forma dengosa, entre gemidos de prazer.
– Gostas que eu esteja dentro de ti, putinha!
– Sim, oh! Sim, quero! Gosto de ser comido por ti!
– Anda, leva, eu dou tudo o que a minha putinha gosta, não é?
– Sim, dás Puta-Patroa! Quero e gosto de tudo o que me dás! És uma Puta-Patroa muito boa!
– Toma!
Eu vou gemendo entre perguntas e estocadas, até que tu colocas a mão em cima do bouquet. Fazes como se estivesses a passar a mão pelas pétalas do ramo, mas tocas através da renda transparente das tuas cuecas na minha glande e nos meus tomates.
Com as minhas pernas nos teus ombros, sinto as tuas virilhas contra as minhas nádegas, a tua piça entra bem fundo, mas o movimento que mais me excita é quando tu te encostas a mim. És perfeita, como eu desejo eternizar aquele momento!
Continuas a tocar-me até que a minha piça começa a verter o meu sumo.
Tiras lentamente a tua piça de plástico dentro de mim e baixas-te para lamber o sumo que vais saindo da minha piça, através das tuas cuecas.
Vais para a cabeceira da cama, e tiras o strap-on, abres as penas e vejo a tua cona completamente encharcada, quero lamber, desejo-o muito.
– Aqui para o meu colo, a mamã quer dar-te o leitinho!
– Sim Puta-Mamã!
Deito-me no meio das tuas pernas que de joelhos levantados me acolhem acariciando as minhas costas e as minhas pernas.
Dás-me a tua mama esquerda que tem já uma gota de leite a pingar.
Metes um dedo dentro da minha boca e molhas o meu lábio inferior. Com ajuda da tua mão chupo a tua mama e com o teu braço a segurar-me sinto-me confortável, satisfeito!
A tua mão direita desliza pelo meu peito até chegar ao bouquet dentro das tuas cuecas. Metes a mão dentro e procuras a glande, que delicadamente acaricias com o polegar e com o indicador.
Sinto os sabor doce do teu leite na minha boca e fico excitado com o teu olhar. Estou tão confortável, era capaz de ficar assim horas dormir ali.
– Muda de mama!
Eu mudo de posição e agora vou tocando com a minha mão na tua cona, estás muito molhada!
Reviras os olhos quando eu toco no teu grelo e eu estou duro, muito. Tiras a minha piça para fora das cuecas.
Eu estou quase a esplodir, mas tu também estás perto, eu sinto-o.
Já não consegues manter os olhos abertos, gemes.
– mama na tua mamã que te dá tudo! Dizes amiúde, enquanto eu abano com a cabeça concordando.
Como é delicioso o teu leite e quem me dera chupar a tua cona.
Começas a vir-te e eu solto a tua mama e aninho-me entre as tuas pernas. Sou brindado por um jorro de sumo da tua cona, delicioso, um néctar!

Passo a minha língua nos teus lábios macios enquanto abro as tuas pernas. Tu continuas a gemer sem parar, o orgasmo continua e eu vou lambendo e chupando. Fico ali, lambendo as cona, as virilhas.
– Chega aqui!
Eu deslizo sobre ti e aproximo-me da tua cara, beijas-me os lábios, metes a tua língua dentro de mim. Rodas-me para o lado e desces até as minhas virilhas. Passas a palma das mãos sobre o bouquet e puxas as cuecas que tiras com as duas mãos.
Deixas-as nos meus joelhos e afundas a tua cara nas minhas virilhas, agarras no bouquet com a mão direita e escondes a glande dentro da tua boca quente e húmida. Arrepios sobem pelo meu corpo, reviro os olhos e respiro fundo. Chupas forte, acabando a chupadela com a tua língua a acariciar o buraco da piça e os tomastes. Aquela imagem é avassaladora, a piça dói, de tão dura.
Desapertas o bouquet e voltas a agarrar na piça com a mão direita, esconde-la dentro da tua boca e olhas para mim. Eu anui-o contigo através do olhar. A piça está dura e tu levantas-te e esconde-la dentro da tua cona. Colocas a tua mão no meu peito e começas a cavalgar em cima de mim.
Rapidamente atinjo o orgasmo e a dor e o prazer misturam-se saltando da minha boca gemidos estranhos.
Sinto o meu sumo invadir o teu corpo, sinto que me libertaste, que me restituíste a liberdade por momentos. Esta explosão deixa-me a veias em destaque, os meus olhos querem fechar-se, e tu deitas-te sobre mim.
Acaricias e beijas o meu peito.