Babes

Encoxada na Queima das Fitas
Olá,
Tenho lido algumas relatos de histórias verídicas aqui no xhamster que me têm deixado com muita tesão, por isso decido partilhar algumas histórias que me aconteceram.
A história que vos venho contar é completamente verídica e foi a partir desta história que despertei um fetiche por tudo o que tem a ver com encoxadas.

Esta história aconteceu em 2014, andava eu na Universidade de Coimbra quando chega a altura mais importante do ano para qualquer estudante que se preze, a Queima das Fitas.
Trajei-me a rigor e para o dia da serenata e passei por casa do meu afilhado para lhe dar boleia e à irmã.
Ele convidou-me para beber umas cervejas antes de irmos para o jantar de curso e eu não me fiz rogado. Entrei e lá estava a Jéssica (irmã do meu afilhado) a calçar o sapatinho do traje. Ela não estava no mesmo curso, mas como ambos os jantares iriam ser no jardim da manga, também lhe dei boleia.
A Jéssica era bonitinha mas muito acanhada, acho que nunca ninguém lhe tinha dado com o martins das várzeas como deve ser e a pobre cachopa continuava um autentico pão sem sal. Eu metia-me várias vezes com ela, mas as respostas que ela me dava era algo do género “tenho que te apresentar as minhas amigas a ver se me deixas em paz..” e por isso eu já tinha cagado em tentá-la comer.
Chegámos ao jardim da manga e lá fomos nós jantar. Como devem calcular, saí de lá já com ganda sardalhão tal a quantidade de copos de vinho que bebi. No meio da serenata, eu já não me apetecia mais ouvir aquilo e comecei a subir para me sentar num dos bancos próximos do mega químicas.
Começo a subir e mesmo em frente ao bigorna encontro a irmã do meu caloiro já num estado bem diferente. O álcool faz maravilhas ehehe. Perguntou ao manino se estava a gostar de trajar pela primeira vez e avisou-me para não desencaminhar o irmão. Eu respondi-lhe algo do género:
“descansa que ele não vai ficar um conas como a irmã dele”
-“lol, eu de menina de coro não tenho nada!”
nisto, puxa da mão e apalpa-me os colhões. Não estava à espera, fiquei logo com uma tusa do caralho, mas a filha da puta deslargou e continuou a caminhar em direção à Sé e cagou em mim.
Eu já estava desinibido do vinho e dos finos que já tinha mamado e depois daquilo fiquei com aquela confiança do caralho, como se conseguisse engatar qualquer gaja depois daquilo e até chegar cá acima, acho que me atirei a umas 10 gajas. Saquei o número a uma que também daria uma bela história, mas que terá de ficar para outra vez.

Quando chego às químicas sentei-me um bocado para fazer tempo que a serenata acabasse e começasse logo de seguida o mega químicas. O tempo foi passando, estando eu e alguns colegas na palhaçada a falar de gajas como qualquer estudante que seja javardão.
A festa lá começou e estava a passar som um dj qualquer que só estava a meter merda e já me estava a aborrecer. Tive mesmo para bazar dali e ir curtir para um bar qualquer onde provavelmente só estariam meia dúzia de pessoas, pois naquele dia, estava toda a gente ali.
Aguentei mais uns minutos e eis que chega a menina Jéssica com as suas amigas. Apresentou-as À malta e lá estivemos a conversar um bocado enquanto eu flirtava com a porca da Jéssica. Como estava la o meu querido afilhado, eu nem cheguei a apalpá-la nem nada e ela deve-me ter tomado por um mansinho e começou a fazer-me ciúmes a dar paleio aos meus colegas. Eu estava ali entre a espada e a parede. Ou começava a ser agressive e partir para cima da toura ou ela ia cagar em mim. O problema é que não podia armar-me em parvo porque não queria criar qualquer atritos com o meu caloiro e seria bué chunga se eu me tivesse ali a abusar da irmã dele mesmo à frente dos seus olhos.
Eis que chega a minha salvação, mudou o dj e começou a passar um tech house, embora mais comercial. Eu sou mega fã de tech house e comecei a dançar que nem um perdido e caguei completamente na Jéssica. Nisto, começo a observar as vizinhanças e vejo uma gaja pequena, mas com um cu épico a dar uns moves fixes. Fiquei a curtir, mas continuei na minha. Houve uns micanços e tal e ela foi-se aproximando e quando dei por mim ela estava para aí a 1 metro de mim e esboçou um sorrisinho maroto para trás.
Mais uma vez, eu estava numa situação delicada. Por um lado queria fazer ali uns ciúmes À irmã do meu caloiro para ela vir atrás e eu deixar aquilo em stand by para uma futura oportunidade onde nao tivesse o irmão, por outro eu estava maluco com aquela pequenina de cu estrondoso À minha frente… fiquei numa indecisão do caralho e pensei ‘olha, que sa foda. vou masé continuar a curtir o som e se acontecer alguma coisa, acontece’.

Continuei a dançar e começa a passar um remix mais pesado da musica “show me love” que eu curto bué. Comecei a passar-me e a dançar que nem um perdido e quando reparo, está a filha da puta da pequena com o cu a roçar-se a minha piça. Digo-vos de coração, até hoje, nunca senti tanta tesão como naquele dia. Nem na primeira vez, nem quando um gajo saca aquela porquitchona que até é areia demais para ós… a sério, eu estava a rebentar com uma tesão do caralho! Ela roçava-se ao de leves e eu fazia que não era nada comigo para a Jéssica não topar, mas eu estava maluco e não aguentei. Comecei a dar-lhe estocadas fortes que ela respondia rebolando aquele traseiro na minha piça.
Num ato irrefletido, ajeito a capa para cima dos meus ombros de modo a que ninguem visse e não sei o que me deu, mas saquei a pitorra muito habilmente para poder sentir mais aquele cu. estive ali um minuto ou 2 e não aguentei!
VIM-ME TODO PARA AQUELE CU!!
Eu não sei onde fui buscar tanta meita… a gaja ficou com a saia do traje completamente ensopada de leitinho.

Depois de me vir que nem um cavalo, rapidamente me apercebi da merda que iria ser para a rapariga não me matar e para sairmos daquela situação sem que ninguém reparasse no que tinha sucedido. Meti o marsápio para dentro dos boxers, mas continuava teso como o caralho. Nem aquela esporrada o tinha feito amansar!
Continuei atrás depois de já o ter dentro das calças, disfarcei a situação com a batina e saquei a capa detrás das costas e meti-a sobre os ombro dela.
Viemos ca mais para fora e já perto da estátua D. Dinis ela diz:
“foda-se, tou toda cheira de esporra. se te tivesses vindo na minha boca, nada disto acontecia”
(Nunca mais me esqueci de tal frase xD)
“pode ser no segundo round” – respondi eu.
Ela dá aquela risada mesmo À porca e diz “fica para a próxima, fica bem”.

Ela bazou e eu com aquela merda toda nem cheguei a saber o nome dela, nem sequer lhe pedi o número. Que burro do caralho.
Ainda tentei encontrá-la nessa Queima e sempre que saí nesse semestre, mas foi em vão. Nunca mais a vi com muita pena minha… ainda hoje me ponho a imaginar como seria se lhe tivesse rebentado aquele cagueiro todo ahahah

Se por acaso andares pelo xhamster e vires esta história, diz-me alguma coisa
😉