Amateur

Caminhos difíceis
Nas semanas que antecederam meu aniversário de oito anos de idade, a mamãe que havia tomado conhecimento sobre minhas atividades sexuais no bairro, porém sem partilhar com ninguém inclusive meu pai, como mais tarde disse temer o desgosto que lhe causaria e considerando que estivesse falhando na minha educação resolveu começar um novo processo de relacionamento comigo achando que assim daria um fim nas minhas atitudes vergonhosas, (intenção informada depois da fatídica noite), cercando-me de atenção e carinho, nunca identificado. Levando-me a todo e qualquer local de diversão que ao menos comentasse a existência, comprando os gibis e figurinhas que até então reprovava e convidando parentes femininos na minha faixa etária para nos visitar constantemente.
Todavia, quando menciono o inexorável no comando da minha vida certamente não exagero, pois no dia da festa do meu oitavo aniversário, pela primeira vez com tudo que tinha direito, fui testemunha e entrei numa trama que consolidou minha sexualidade, motivada pela pessoa mais insuspeita no âmbito familiar de um garoto da minha idade.
Nenhum garoto do bairro foi convidado, somente os parentes e amigos distantes, mas haviam também adultos de relacionamento até então considerado exclusivos do meu pai, dentre eles um determinado homem na faixa dos 35 anos, extremamente simpático e atencioso cativando prontamente a aproximação de todos. A festa estava quase terminada restando somente uns poucos adultos bebendo com meu pai no quintal, por isso decido ir dormir despedindo-me de todos e indo até ao banheiro e como a porta tinha um defeito na fechadura, ora fechava outras não, abri a porta normalmente e me deparei com a cena até hoje está gravada em minha retina, minha mãe com o vestido levantado cobrindo grande parte do rosto e o “simpático” metendo um cacete de envergadura excepcional dentro dela e, como estavam dentro do box com a cortina de plástico afastada para um canto numa posição lateral à porta que havia aberto e prontamente fechado sem ruídos, não notaram minha presença por alguns longos segundos, permitindo-me assistir a cena pornográfica jamais imaginada ouvindo minha mãe gemendo e pedindo repetidamente “ái Raul mete mais…, ái que gostoso…, me faz gozar…, meu amor…, mete tudo…”, enquanto meus olhos estavam fixos na exuberância do pau que a comia, entrando até o ovos e saindo totalmente esbranquiçado das secreções que tirava de dentro dela dando além da sua grandeza um brilho hipnotizador, tornando-o de uma beleza notadamente especial, deixando-me instantaneamente desesperado de aflição, desejo e… inveja.
O sexto sentido sempre indica as pessoas quando estão sendo observadas, por isso levei um susto quando ouvi um quase grito da mamãe ao virar seu rosto em minha direção, pois neste instante havia até ignorado sua presença estando cativado somente pelo pau do Raul. Eles no ato interromperam imediatamente o que faziam enquanto minha mãe num misto de envergonhada e dominante me repreende: “a porta não estava fechada seu moleque…, por que não bateu antes de entrar…, e agora que vou fazer contigo…”, tento me desculpar sendo ignorado, enquanto observo o Raul tentando guardar o enorme cacete ainda rígido dentro da calça que tentava vestir aflito, quando minha mãe muda de tática deixando o vestido cair sobre seu corpo, vindo na minha direção pegando rudemente no braço, determina: “você não viu nada…, tá bem?…, senão vou contar pro seu Pai que você é viadinhoi…, tá dando a bunda pros rapazes no bairro…, pensa que não me contaram?…”, ainda olhando para o Raul que nada falara, nada me resta senão concordar, saindo do banheiro após fazer xixi e indo para minha cama deitar, sem conciliar sono devido ao incrível tesão que estava sentindo, com a imagem do pau circulando em minha mente.
Dia seguinte após papai sair para o trabalho a mamãe me chama para conversar dizendo: “você é um garoto que está vivendo como menina, dando a bunda e inclusive fazendo a nojeira de chupar pau na rua, como me disseram, é verdade…, vamos fala…”, sentindo enorme rancor e raiva como a meses não sentia, acabo confessando a verdade: “gosto de homem…, mamãe…, tô dando sim…”, então ela complementa: “eu e o Raul concordamos em fazer o que você que quiser para manter em segredo o que viu no banheiro ontem a noite…, você concorda?…”, de outra forma vou contar pro teu pai e você sabe que a reação dele será violenta…, não sabe?…, além do que o Raul é grande amigo dele e vamos negar tudo e acreditar num viadinho ou em nós quem você acha que ele vai escolher?…”, aceito as condições de silêncio, mas guardo na memória a promessa de “fazerem tudo…”.
Próximo à hora do almoço daquele dia um carro de aluguel para defronte a casa e estando no quintal vejo o Raul entrando na sala sendo recebido alegremente por mamãe que o tranqüiliza dizendo que está tudo bem, que havia falado e acertado comigo e que o ocorrido não seria jamais divulgado, estando eu neste momento encostado na porta que dividia a cozinha da sala, vendo mamãe com um brilho de intensa felicidade no rosto, quando sou notado pelo simpático e agora objeto do meu desejo sexual me cumprimentando: e ai garoto…, tudo bem?…, tá tudo tranqüilo?…, pode pedir o que você quiser…, tá bem?…”, ouço a repetição da promessa e não sei de onde tirei a petulância de impor a condição: “tá bem…, não falo nada assim como quero que vocês não falem nada pro papai o que faço…, mas quero ver de novo…”, eles olham um para o outro e perguntando quase ao mesmo tempo: “ver o que???”, respondo: “vocês fazendo aquilo…, posso…”, então assisto-os confabulando num canto da sala e os dois de mãos dadas vindo em minha direção sorrindo alegremente disseram: “tá bem…, vamos pro quarto…, seus irmãos estão na escola portanto temos bastante tempo… e afinal você interrompeu a gente ontem…”, fico imediatamente excitado e louco de desejo de ver o pau de Raul de novo seguindo com eles para o quarto do casal.
No quarto foram para cama e tiraram a roupa sob o lençol cobrindo as cabeças iniciando o ato permitindo-me somente ouvir minha mãe: “calma querido…, devagar…, agora…, assim mete…”, começo a me sentir enganado e por isso tomo a atitude de tirar meu calção e nu levanto o lençol nos pés da cama sendo invadido imediatamente por um cheiro totalmente diferente do sexo que até então praticara porem muito mais excitante, vendo a mamãe recebendo novamente dentro dela a cabeça enorme do pau do Raul que começava a entrar deixando-a enlouquecida, mexendo os quadris forçando e pedindo para ele enterrar mais quando sou notado e tentam com o pés me expulsar o que resisto e comento: “assim não vale…, quero ver…, tira o lençol…,” eles então notam que estou despido e como certamente mamãe estava embriagada com o sexo que iniciava, nem interpelou quando o Raul, piscando um olho para mim, ao notar meu corpinho quase feminino, a bunda lisinha e arrebitada, falou com ela: “deixa o menino…, se ele quer também, deixa ele participar…”, levantando a coberta abraçando e puxando-me para junto deles, inclusive me deixando maluco quando encostou o pau duro e úmido que havia retirado da mamãe nas minhas pernas.

Retiro totalmente o lençol que os cobria assistindo minha mãe ficar de quatro abrindo as pernas oferecendo a vagina entreaberta recebendo toda piroca do Raul, gemendo e murmurando o que jamais pensaria ouvir, enquanto eu administrava um desejo enorme de encostar minha boca naquele pau maravilhoso quando sinto o mão do Raul pegando a minha e dirigindo para o seu saco deixando-me desesperado por inclusive pegar em parte do pau dele que entrava e saía da mamãe, ao tempo em que exprimia na minha infantilidade: “que pau grande…, gostoso…, mete nela…, mete…”, então começo a notar que o Raul começou a tirar todo o pau de dentro dela permitindo-me pega-lo por completo e eu aproveitava massegando-o segundos antes dele colocar dentro de novo desde a cabeça até os ovos, ouvindo suas exclamações: “assim…, ái que bom…, pega nele pega… coloca pra mim coloca…”, então eu dirigia a cabeça para a vagina alagada da mamãe assistindo abismado entrar tudo num só tranco, podendo ouvir o barulho da penetração aguada.

De repente o gozo de mamãe se aproxima e ela passa a gritar exigindo mais força e mais piroca dentro dela simultaneamente aos berros do Raul: “pega garoto…, pega no meu pau que vou gozar na mamãe…, to gozando…” olhei então que a medida que ele enterrava e retirava em estocadas mortais o esperma era depositada parte dentro enquanto outra escorria pelas coxas dela e como eu também já estava alucinado, não resisti começando a recolher com a língua a pôrra desperdiçada, lambendo e sugando as coxas da mamãe, sem chegar até o sexo dela, até que o pau saiu de dentro e estando na posição propícia, abri meus lábios ávidos colocando aquela cabeçona dentro de minha boca sugando o quanto mais pudesse, sentindo as duas mãos do Raul sobre minha cabeça empurrando-a para frente e puxando-a para trás exclamando: “caralho…, que gostoso… , chupa garoto…, chupa meu pau gostoso, chupa…, não acreditei quando me falaram que você fazia isso…”, enchendo desta forma minha boca com uma quantidade satisfatória de esperma misturada com as secreções vaginais da mamãe.

Sentados na cama com o Raul me tratando de forma extremamente carinhosa tentava trocar olhares cúmplices com a mamãe mas ela evitava me olhar na cara, levando-me a ficar preocupado, porem agora me sentia num certo nível de igualdade, afinal havia satisfeito e agradado ao amante dela, acreditando inclusive que a partir de agora seriamos sempre dois a lhe dar prazer. Enquanto ela vai ao banheiro lavar-se o Raul me deixa pegar no pau dele de novo, notando que era realmente maravilhoso, quando sou perguntado: “já deu o cú para um destes?…. deste tamanho…”, respondo que quase, por isso peço: “da próxima vez me come também tá?…” vendo seu solhos se abrir e perguntar: “você vai agüentar?…, vou te arrombar todo…”, tendo aduzido: “é isso que gosto…, ser arrombado…,” dando vários beijos no pau e colocando a cabeça novamente na boca colhendo uma derradeira e teimosa gota de esperma.

Vejo-o se vestir encontrando-se no corredor com mamãe, que havia ido ao banheiro, trocando beijos apaixonados e se despedindo enquanto entro no chuveiro para tomar banho, saindo e encontrando mamãe na sala pensativa. Fui brincar no quintal feliz da vida, passando toda tarde só retornando para o jantar, ainda sem trocar olhares com mamãe.

Passam-se os dias e numa tarde o Raul nos visita novamente e noto uma frieza incompreensível da mamãe enquanto efusivamente eu o recebia na porta da casa, o que foi notado por ele também pois pediu-me que aguardasse fora enquanto conversava com ela. Após certo tempo, achando que estavam demorando muito, retornei a sala e vejo mamãe chorando dizendo havia acabado tudo notando o Raul desolado no sofá. Inconformado e na petulância do garoto insatisfeito ainda, interpelo os dois de forma inusitada: “tá bem…, só tem o seguinte…, quero deitar com o Raul…, a senhora deixa?…, só hoje…, uma vez, posso?…, você quer Raul?…”, ficando feliz com a afirmativa e como mamãe estava já no inicio do estado depressivo que a levaria à enfermidade atual, simplesmente mexeu os ombros, dizendo: “vai viadinho…, mulherzinha…, nojenta mulherzinha…, chupadora de pau…”, enquanto à ele se dirigiu: “vai com ele vai…, pode ir, só não machuca ele tá?…”, ele recusa no início mas eu me atiro em seus braços pedindo segurando o pau dele sobre a calça pedindo:, “vamos…, vamos…, você gostou quando chupei, não?…, deixa chupar seu pau de novo, deixa…”, noto que se instala a indecisão no momento que pergunta para mamãe: “vamos também…”, como ela recusa ele decide: “tá bem, vamos…”.

Fomos então para o quarto fazendo-o sentar na cama e pela primeira vez tirei maravilhado a calça de um homem, deixando-o louco quando coloquei a cabeça do pau logo na boca tentando atingir a garganta como sempre fazia, quando noto mamãe atrás de mim que retirando meu calção, dizendo, sem raiva ou rancor, até com certo carinho: “você quer né?…, agora você vai ter que querer tudo…, seu viadinho…”, diz isso estando de calcinha sutiã, assistindo-me fazer o que nunca fizera, chupar o pau do amante notando que ele se deliciava com a situação exclamando sempre a gostoso da boca quentinha no pau. Como a vontade de enfiar o pau dele dentro do meu cú se intensificava, embora duvidasse que agüentaria tamanho cacete, subo na cama pois estava de joelhos ao lado dela e encosto minha bunda na virilha dele com o pau entre as pernas pedindo para ele deitar e tentar colocar dentro de mim. Deitados desprezo a visão do senho preocupado de mamãe quanto ao que poderia acontecer comigo e após passar bastante saliva no cú encaminho a cabeça dele que efetivamente não entra de jeito nenhum, provocando isto sim, dores, dores e mais dores. Quando começo a ser convencido pela mamãe para desistir, afinal certamente eu jamais agüentaria aquilo porem temendo que ela estivesse dizendo isso para tomar o meu lugar, pois notava ela se alisando continuamente, decido tentar outra vez mesmo que sofresse dor intensa, portanto pedi para ele deitar de lado e ficar quieto segurando o pau com a mão encaminhei-o para meu cú previamente encharcado de cuspe e forcei a bunda de toda forma, enterrando a cabeça pra dentro, passando a forçar a bunda até entrar quase tudo deixando ele e mamãe abismados, quando então compadecida pelas lágrimas identificadas nos meus olhos ela deita a meu lado e começa a massagear minha bunda a medida que o Raul começa as deliciosas estocadas, e embora a dor ainda fosse forte, começo a sentir um prazer incomparável de estar dando o cu para o amante de mamãe, pedindo então: “bota tudo…, arromba meu cú…, ele tá arrombando meu cú mamãe…, olha…”, esta cena Sado/masoquista terminou no momento em que recebi no reto o esperma quente do Raul cujo pau foi retirado ainda endurecido, sendo-me negado chupá-lo por considerarem que era muita sujeira…

Nunca o relacionamento dos membros da família com mamãe foi o mesmo a partir daquela tarde, embora eu maldosamente, sobre protestos mas sempre com a ameaça de contar para o papai o que vira no banheiro no meu aniversário, tenha tido outros encontros em casa com o Raul, somente interrompendo nosso idílio, quando passamos a assistir o definhamento e desolação tomar conta dela, provocando várias internações em Instituições para doenças nervosas, até que quando souberam do meu relacionamento com o Açougueiro do bairro, ela com razão e o Raul por ciúmes certamente, informaram ao meu pai sobre as coisas que fazia, omitindo o que fizemos juntos, o que redundou na minha imediata internação em Colégio fora do Estado.